Quando o paciente hospitalizado encontra-se em estado termi...

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Q4233667 Psicologia
Quando o paciente hospitalizado encontra-se em estado terminal, o psicólogo deve:
Alternativas

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: O ponto decisivo era comparar as alternativas pela conduta básica na terminalidade: manter acolhimento e escuta empática centrada no paciente, sem roteiro rígido, sem exclusão do paciente e sem transferência integral do cuidado.

Tema central: escuta na terminalidade
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A é a única compatível com a prática psicológica em terminalidade porque preserva a escuta clínica centrada no paciente, com respeito ao que ele deseja ou consegue abordar, sem impor lista fixa de tópicos nem deslocar o cuidado para outros.
B
Errada
Está errada porque transforma a escuta em condução pré-formatada por lista fixa de tópicos. A base afirma que a escuta deve seguir a demanda, o tempo e a possibilidade subjetiva do paciente, e não um roteiro rígido obrigatório.
C
Errada
Está errada porque reduz a atuação do psicólogo ao silêncio respeitoso. O silêncio pode ser recurso técnico pontual, mas, isoladamente, não define a conduta devida; o cuidado exige presença clínica e acolhimento, não mera omissão verbal.
D
Errada
Está errada porque exclui o paciente do cuidado psicológico e desloca o acolhimento somente para os familiares. A base é expressa em que a família também pode ser acolhida, mas isso não autoriza negar a centralidade do paciente nem afirmar que os familiares sofrem mais do que ele.
E
Errada
Está errada porque retira o psicólogo do cuidado justamente no momento em que permanece necessária a continuidade do acolhimento interdisciplinar. A base afasta a transferência integral do cuidado para outra categoria profissional e considera indevido esse abandono da função psicológica.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi tomar terminalidade como motivo para passividade total, silêncio suficiente, foco exclusivo na família ou encerramento da atuação do psicólogo, quando o critério correto é manter a escuta clínica centrada no paciente.
Dica para questões semelhantes
  • Em questões sobre terminalidade, procure a alternativa que preserve o paciente como sujeito do cuidado psicológico.
  • Desconfie de opções que imponham roteiro rígido como regra para a escuta clínica.
  • Silêncio, acolhimento familiar e trabalho em equipe podem existir, mas não substituem a escuta psicológica do paciente.
  • Se a alternativa retira completamente o psicólogo do cuidado, ela contraria a lógica de continuidade assistencial indicada pela base.

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