No século XVIII, o conceito laico de “civilização” complementa os benefícios pretensamente recebidos pelo africano na América. Nas polaridades paganismo/evangelização e barbárie/civilização, o argumento ideológico tem
o mesmo feitio: o tráfico negreiro continua sendo apresentado como a via de passagem que carrega o indivíduo
do pior para o menos ruim. Da natureza nativa cercada
da propalada morte para a comunidade ultramarina aberta à alegada redenção espiritual.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul. Adaptado)
O excerto revela
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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