As lesões de artéria vertebral extracraniana têm como princi...
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Tema central: Indicações de revascularização nas lesões de artéria vertebral extracraniana
A abordagem das lesões da artéria vertebral extracraniana visa preservar a circulação cerebral posterior e prevenir eventos isquêmicos. O tratamento clínico é a primeira linha para a maioria dos casos, sendo a revascularização reservada para indicações específicas, de acordo com sintomas e gravidade da estenose.
Justificativa da Alternativa Correta (A):
Estenose acima de 40% na vertebral dominante se a contralateral for hipoplásica.
Segundo as diretrizes da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), apenas estenoses que superam os 50% da luz arterial, associadas a sintomas, ou casos refratários ao tratamento clínico justificam intervenção. Estenoses entre 40-50% não configuram indicação clássica, mesmo na presença de uma artéria contralateral hipoplásica. Portanto, essa alternativa não é uma indicação formal para revascularização.
Análise das demais alternativas:
B) Aneurisma de artéria vertebral com diâmetro maior que 1,5cm: Lesões aneurismáticas acima de 1,5 cm aumentam o risco de complicações como ruptura ou compressão neurológica e são, sim, indicações para abordagem cirúrgica ou endovascular. Fundamentação: Diretrizes SBACV, Seção de Lesões Aneurismáticas.
C) Preservação do fluxo colateral nos casos de oclusão carotídea: Quando a carótida está ocluída, garantir o fluxo através da vertebral pode evitar eventos isquêmicos, tornando a revascularização apropriada nesses casos. Referência: UpToDate, "Management of extracranial vertebral artery disease".
D) Embolizações sintomáticas provavelmente provenientes de lesão na artéria vertebral: Sintomas neurológicos decorrentes de eventos embólicos justificam intervenção direta na fonte do êmbolo, visando a prevenção secundária. Diretriz SBACV reafirma tal conduta.
Estratégia para provas: Fique atento a limiares percentuais (como estenose >50%), situações clínicas de risco e sintomas que fundamentam abordagem invasiva.
Resumo: A alternativa A é a EXCEÇÃO, pois não representa indicação formal de revascularização, de acordo com protocolos atuais.
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