Observe a figura. Os caminhões constituem uma parte extremam...
Observe a figura.

Os caminhões constituem uma parte extremamente
importante do tráfego rodoviário brasileiro e,
consequentemente, dos veículos envolvidos nos acidentes
rodoviários. Os acidentes mais frequentes e mais graves
são tombamento e capotagem. Podem ser citados como
causas e fatores contribuintes para esse tipo de acidente,
respectivamente:
Gabarito comentado
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Comentário da Questão:
Tema central: A questão trata de Direção Defensiva aplicada a acidentes envolvendo caminhões, especificamente tombamento e capotagem, exigindo a identificação das principais causas e fatores contribuintes.
Legislação Aplicável:
O tema está vinculado ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), principalmente às regras de circulação e segurança:
CTB, Art. 220: “Deixar de reduzir a velocidade do veículo nas curvas,… constitui infração gravíssima.”
CTB, Art. 28: “O condutor deve, a todo momento, ter domínio de seu veículo, dirigindo-o com atenção e os cuidados indispensáveis à segurança do trânsito.”
Estratégia de leitura:
Atenção à diferença entre “causa” e “fator contribuinte”. Em provas, causas costumam ser as ações principais (ex: velocidade incompatível), enquanto fatores contribuintes referem-se às condições externas (ex: curva fechada).
Justificativa da Alternativa Correta (B):
Velocidade incompatível é, comprovadamente, a causa mais frequente de tombamentos e capotagens de veículos pesados, pois compromete a estabilidade em curvas fechadas — o fator que potencializa o risco nesses eventos.
Exemplo Prático: Um caminhão-tanque entra em uma curva fechada acima da velocidade ideal, resultando em tombamento pelo deslocamento do centro de gravidade. Essa é uma situação comum no transporte rodoviário.
Análise das Alternativas Incorretas:
- A (velocidade baixa e aclive): Velocidade lenta dificulta o tráfego mas não provoca capotagem; aclive (subida) não contribui diretamente para esse acidente.
- C (velocidade alta e via asfaltada): Via asfaltada proporciona melhor aderência, não aumenta o risco isoladamente, e a alternativa ignora o contexto de curvas.
- D (parada brusca e via asfaltada): Parada brusca pode causar colisão traseira, não tombamento. Via asfaltada, mais uma vez, não é fator determinante.
- E (estacionamento em local indevido e piso molhado): Refere-se a outros tipos de infração e riscos, mas não a tombamentos em movimento.
Pegadinha: Desconsidere respostas que envolvam somente o piso ou parada/estacionamento, pois não estão relacionadas a dinâmicas de capotamento/tombamento em movimento.
Resumo motivador: Conhecer as causas reais dos acidentes é fundamental para a aprovação e para a direção responsável! Treine sempre essa análise crítica e confie nos conceitos aprendidos.
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Curvas
Ao fazermos uma curva, sentimos o efeito da força centrífuga, a força que nos “joga” para fora da curva e exige um certo esforço para não deixar o veículo sair da trajetória. Quanto maior a velocidade, mais sentimos essa força. Ela pode chegar ao ponto de tirar o veículo de controle, provocando um capotamento ou a travessia na pista, com colisão com outros veículos ou atropelamento de pedestres e ciclistas.
Fonte: Manual de Direção Defensiva - DENATRAN (2005). Pág. 31
Gabarito: B
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