Uma paciente de 35 anos de idade, com história de tireoidite
de Hashimoto, sem outras comorbidades, sem uso de álcool,
tabaco ou outras drogas, procurou o pronto-socorro com
queixa de aumento progressivo de volume abdominal. Ao
exame físico, apresentava-se ictérica ++/4+ em esclera,
abdome levemente doloroso difusamente à palpação
superficial e sinal do piparote positivo. Foram solicitados
exames complementares e realizada paracentese.
Constataram-se hemoglobina = 12 g%, leucócitos =
5750/mm³, plaquetas = 91 mil/mm³, AST = 89 U/L, ALT =
78 U/L, fosfatase alcalina = 201 U/L, gama GT = 130 U/L,
bilirrubina total = 3,0 mg/dL, bilirrubina direta = 2,1 mg/d,
albumina sérica = 2,1 g/dL, INR = 1,9, análise do líquido
ascítico com albumina = 0,7 g/dL, 362
polimorfonucleares/mm³, resultado da cultura pendente. A
ultrassonografia de abdome superior indicou fígado de
dimensões reduzidas, contornos serrilhados e sinais de
hipertensão portal. Foi feita a hipótese diagnóstica de cirrose
hepática.
Nesse caso clínico, qual é o achado clínico-laboratorial que
indica o diagnóstico de cirrose hepática?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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