De acordo com o IBGE, entre a formulação da primeira proposta das Zonas Fisiográficas
(década de 1940) e a das Microrregiões Homogêneas (1968), do Brasil, pode-se afirmar que, em termos
do contexto político-institucional, enquanto a primeira divisão regional promovia o conhecimento mais
acurado do território, em um País, ainda, dominantemente, rural, a segunda divisão tinha como estímulo
central: