Uma criança de 4 anos, sem antecedentes conhecidos,
é trazida ao pronto-socorro pelo SAMU em crise
convulsiva tônico-clônica generalizada. A mãe relata
que a crise começou há cerca de 15 minutos. No
trajeto, a equipe pré-hospitalar administrou uma
dose de midazolam intramuscular. Ao chegar à sala
de emergência, a criança mantém a atividade
convulsiva. O pediatra garante a estabilização das
vias aéreas, oferece oxigênio e obtém um acesso
venoso periférico calibroso. Qual deve ser a próxima
conduta medicamentosa imediata e a droga de
escolha para a segunda linha de tratamento caso a
crise persista?