É a chave de entrada da linguagem teatral. (...) Quando
penetramos nessa linguagem, esse tempo e espaço nos
obrigam e convidam à ação. Trabalhamos a imaginação
em ação agindo como construtores de vidas fictícias,
com poética e paixão, conduzidos pelo fio da história.
(Spolin, em Mirian Celeste Martins, Gisa Picosque, e M. Terezinha Telles
Guerra. Teoria e prática do ensino de arte: a língua do mundo).