Para investigar em cotas negativas, evidenciando e analisand...
de sítio de valor histórico-arquitetônico, tombado pelos
três níveis dos sistema federativo, integrado por edificação
da virada dos séculos XIX e XX e seu entorno de
ambientação. O projeto, liderado por arquiteto especialista
em restauro de bens patrimoniais, contempla vários
interesses e áreas de conhecimento que congregam
vários especialistas.
Nesse caso, uma das possibilidades de leitura da edificação como documento arqueológico é focada na sua estratificação, dada como
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Alternativa correta: D - as adições e supressões de alvenaria, como o fechamento ou abertura de portas e janelas ou a construção de cômodos.
Tema central da questão: A questão aborda a leitura arqueológica de edificações históricas, especialmente a aplicação do conceito de estratigrafia – tradicionalmente usado para analisar camadas do solo – ao estudo das transformações construtivas (adições, remoções e modificações físicas) em prédios tombados.
Resumo Teórico: No contexto da arqueologia da arquitetura, a edificação é vista como um documento estratificado, contendo marcas de diferentes épocas e intervenções. Assim como as camadas do solo registram eventos históricos, as mudanças construtivas (fechamentos, aberturas, acréscimos) funcionam como “estratos” que narram a história da ocupação e uso do espaço. Referências: Manual de Arqueologia da Arquitetura (Funari, 2009); Carta de Veneza (ICOMOS, 1964).
Justificativa da alternativa D: A alternativa D está correta porque identifica justamente o que a estratigrafia construtiva busca: adições e supressões na estrutura, como aberturas/fechamentos de portas e janelas, construção de novos cômodos ou remoção de elementos. Essas alterações são “camadas” materiais visíveis e interpretáveis na edificação, fundamentais na análise arqueológica para compreender suas transformações históricas.
Análise das alternativas incorretas:
A – “a secção de suas paredes”: Muito restrito. Apenas observar a seção não revela as camadas de intervenção ou uso ao longo do tempo.
B – “os cortes abrangendo o solo, as fundações, as paredes e a cobertura, inseridos em planta”: Descritivo demais e não detalha as intervenções específicas, apenas propõe um modo de representação gráfica.
C – “a visão conjunta da cota negativa e da cota positiva”: Apesar de interessante, é uma abordagem geral e não aponta o tipo de dado arqueológico central para a estratigrafia construtiva.
E – “análise físico-química dos materiais”: Importante para conservação, mas não se relaciona diretamente à leitura da estratificação histórica das intervenções construtivas.
Dicas de Interpretação: Leia com atenção termos como estratificação e transformações de uso; busque alternativas que indiquem mudanças materiais ao longo do tempo, não apenas métodos ou descrições gerais.
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