Uma paciente de 26 anos de idade procurou o pronto-socorro
emocionalmente abalada, pois tem passado por muito stress
por conta de uma infecção urinária “intratável”. Relatou que,
há 15 meses, procurou o serviço de urgência porque notou
que, há algumas semanas, vinha apresentando urina com
odor estranho e coloração mais concentrada. Imaginou que
pudesse se tratar de infecção urinária e solicitou exame ao
médico. Foi identificada leucocitúria em sumário de urina (7
por campo na ocasião). Desde então, já foi ao posto de saúde
cinco vezes, tendo usado diversos antibióticos, incluindo
azitromicina, nitrofurantoína, fosfomicina e cefaclor, visto
que, sempre que realiza o “exame de urina de controle”,
mantém leucócitos na urina acima do valor de referência. O
médico de plantão acolheu a paciente e explicou que, para o
diagnóstico de infecção de urina, não bastava apenas
leucocitúria, devendo apresentar também sintomas
sugestivos, como disúria, polaciúria e urgência miccional, o
que não era o caso da paciente, inclusive ela sequer mantinha
a queixa de odor estranho e urina concentrada. A paciente foi
orientada de que não precisaria de novos antibióticos e foi
solicitado acompanhamento no ambulatório apenas para o
caso de novas dúvidas. Apesar de insegura inicialmente com
a postura adotada pelo médico, tão diferente daquelas
realizadas pelos outros que a atenderam, depois da consulta,
voltou para casa muito mais aliviada, sem nenhum
medicamento prescrito. Qual o nível de prevenção ilustrada
nesse caso?
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