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Q3451999 Engenharia Ambiental e Sanitária
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
De acordo com a legislação brasileira, é obrigatório o monitoramento de cianobactérias e cianotoxinas em águas para o abastecimento público. Esse monitoramento se baseia na densidade de _______________, o que não reflete diretamente o perfil ________________ da amostra. A impossibilidade de distinguir cepas ________________ por simples observação microscópica permite que amostras com densidade abaixo de 20.000 células/ml e alta densidade de cepas tóxicas apresentem toxicidade e, portanto, o nível de ______________ não seja determinado. Já amostras com densidade abaixo de 20.000 células/ml nem sempre apresentarão níveis elevados de toxina e a detecção _________________, exigida por lei, poderá não ser necessária. 
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Alternativa correta: C – cianobactérias / toxicológico / tóxicas e não tóxicas / cianotoxina / semanal

Tema central da questão:
A questão aborda o monitoramento de cianobactérias e cianotoxinas em águas destinadas ao abastecimento público, tema de grande relevância para a saúde pública e para a gestão ambiental. Para respondê-la, é importante conhecer as normas brasileiras, como a Portaria GM/MS nº 888/2021, que regulamenta o controle e vigilância da qualidade da água, prevendo o monitoramento dessas substâncias.

Resumo teórico:
As cianobactérias são organismos aquáticos capazes de produzir toxinas, chamadas cianotoxinas. O monitoramento normalmente se baseia na densidade dessas células (cianobactérias), mas isso não garante a identificação do perfil toxicológico da amostra, pois nem todas as cepas produzem toxinas. O aspecto microscópico não distingue entre cepas tóxicas e não tóxicas. Os limites legais mais comuns para investigação detalhada de toxinas são 20.000 células/mL e, a partir desse valor, é obrigatório analisar a cianotoxina semanalmente.

Justificativa da alternativa C:
A frase completa fica:
“Esse monitoramento se baseia na densidade de cianobactérias, o que não reflete diretamente o perfil toxicológico da amostra. A impossibilidade de distinguir cepas tóxicas e não tóxicas por simples observação microscópica permite que amostras com densidade abaixo de 20.000 células/mL e alta densidade de cepas tóxicas apresentem toxicidade e, portanto, o nível de cianotoxina não seja determinado. Já amostras com densidade abaixo de 20.000 células/mL nem sempre apresentarão níveis elevados de toxina e a detecção semanal, exigida por lei, poderá não ser necessária.”
Cada lacuna corresponde corretamente aos conceitos-chaves exigidos em legislação e literatura técnica.

Análise das alternativas incorretas:
A: Troca cianotoxinas e cianobactérias, o que confunde agente e produto; “cianobactéria” não é o que se monitora semanalmente.
B: “De perigo” é termo inadequado; “presentes” é vago e não diferencia as cepas.
D: “Cianotoxinas” não é o parâmetro primário do monitoramento, e “ausentes” não é termo técnico utilizado.
E: “Tóxico” não corresponde ao perfil “toxicológico”; “cianobactéria” no final está fora do contexto legal.

Dica de prova: Sempre relacione o termo técnico do enunciado com o que determina a legislação. Fique atento ao uso correto entre agente biológico (cianobactéria) e toxina (cianotoxina): são coisas diferentes e suas análises têm momentos distintos de obrigatoriedade.

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