De acordo com as recomendações de tal normativa, sobre a av...
A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP, do inglês Pre-Exposure Prophylaxis) ao vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) consiste no uso de antirretrovirais (ARV) orais para reduzir o risco de adquirir a infecção pelo HIV. Essa estratégia se mostrou eficaz e segura em pessoas com risco aumentado de adquirir a infecção.
(Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição de Risco à Infecção pelo HIV.)
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Tema central: A questão aborda as diretrizes para avaliação de pacientes candidatos à Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ao HIV, medida fundamental para prevenir a infecção em populações de risco aumentado.
Justificativa da alternativa CORRETA (incorreta segundo o comando):
Alternativa C está INCORRETA. Embora mencione o uso do teste rápido anti-HIV por sangue total ou fluido oral, a recomendação atual do Ministério da Saúde é que, na avaliação inicial para PrEP, seja realizada preferencialmente testagem com amostra de sangue (rápido ou sorológico convencional). Os testes utilizando fluido oral não são recomendados devido à menor sensibilidade e maior risco de falso-negativos, especialmente na janela imunológica inicial da infecção.
Segundo o PCDT PrEP/MS (p. 33):
“Deve-se dar preferência ao teste de triagem realizado a partir de amostra de sangue venoso ou punção digital. Não se recomenda a utilização de testes rápidos por fluido oral para uso clínico assistencial.”
Análise das alternativas INCORRETAS (que estão corretas segundo o comando):
A) CORRETA. A realização de novo exame de HIV em todas as consultas, tanto iniciais quanto de seguimento, é essencial. Isto evita exposição inadvertida de pessoas já infectadas a esquemas de PrEP e previne resistência viral. Atualização constante do status sorológico é exigida durante o acompanhamento.
B) CORRETA. Se testes rápidos não estão disponíveis, a utilização de exames laboratoriais é permitida e está em plena concordância com o protocolo, garantindo segurança na avaliação sorológica.
D) CORRETA. Indivíduos sob alto risco, fora do período elegível para PEP (após 72h), e sem sintomas sugestivos de infecção aguda podem iniciar a PrEP imediatamente após avaliação clínica e exames negativos para HIV.
Estratégias para a prova: Atenção especial a detalhes como “fluido oral”, que divergem das recomendações atuais. Pegadinhas clássicas envolvem supor que qualquer teste rápido é aceito – o método e amostra importam.
Referências: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para PrEP/MS; UpToDate; Manual de Condutas em Infectologia (SBIn).
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