No primeiro parágrafo, aparece duas vezes a palavra "que". ...
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador faz é tomar decisões. No seu dia a dia, dentre outras funções e atividades secundárias, o que um gestor da pequena empresa faz é apurar as informações provenientes dos relatórios e identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para uma decisão concisa e adequada, o que, porém, não garante o acerto. Existirá sempre uma probabilidade de erro e, dessa maneira, o risco deve ser administrado da melhor maneira possível.
Em um contexto corporativo, muitos observam somente seus objetivos para tomar suas decisões – o que é um procedimento aceitável, desde que se deseje administrar sempre com o foco no curto prazo, como um bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores devem se preocupar com o longo prazo, com decisões que irão render frutos no futuro e, dessa maneira, que colaborem para relações mais lucrativas e projetos mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o processo decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões desnecessárias;
3. Procure não decidir precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde demais.
Identificamos que uma simples decisão de comprar um produto à vista ou a prazo pode prejudicar a organização. Internalizar tais questões e abranger toda a organização nesse processo poderá facilitar o trabalho do administrador da pequena empresa, contudo a palavra final é sempre dele.
Decisões muito precoces podem prejudicar a organização, ou por revelarem estratégias corporativas para os concorrentes, ou por deixarem vazar alguma informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas tarde demais também podem prejudicar a organização. O gestor da pequena empresa deve estar antenado com o mercado para novas tecnologias e processos, para qual tendência de consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente o lucro de sua organização está com o que especialistas denominam visão estratégica míope, ou seja, com dificuldades de estabelecer projetos de longo prazo. Para colher bons frutos, o administrador deve plantar boas sementes na época correta, como contratar profissionais competentes, ter um produto de qualidade e se posicionar ativamente no mercado.
Tais decisões irão desencadear um processo de agregação de valor e maior entrada de recursos de maneira secundária e, com certeza, serão mais lucrativas a longo prazo. Portanto, o administrador deve ponderar como tal processo pode ser construído, para que suas decisões sejam elaboradas com argumentos concretos.
( www.portaleducacao.com.br)
No primeiro parágrafo, aparece duas vezes a palavra "que". Com relação a sua morfologia, assinale a alternativa totalmente correta.
Gabarito comentado
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Tema central: A questão trata das funções morfossintáticas da palavra "que", cobrando o domínio gramatical sobre as diferentes classificações desse termos em orações.
Justificativa da alternativa correta (E):
Nas duas ocorrências (“O que um administrador faz é tomar decisões.” e “o que um gestor da pequena empresa faz é apurar...”), a palavra "que" atua como pronome relativo. Ela retoma o elemento "o" (usado de modo pronominal, equivalente a "aquilo") — formando a expressão "o que", comum para generalizar algo não especificado: “Aquilo que um gestor faz...”.
Segundo a gramática normativa (Bechara e Cunha & Cintra), pronomes relativos introduzem orações subordinadas, retomando um antecedente. Aqui, “que” liga “o” à ação realizada, sendo classificado como pronome relativo nas duas frases.
Exemplo clássico: “O que você deseja será aceito.” (Aqui, "o que" = "aquilo que")
Análise das alternativas incorretas:
A) Errada. “Que” não é conjunção nestes contextos. Conjunções ligam orações sem retomar termos (Ex.: “Afirmo que é verdade”).
B) Errada. Em ambas, "que" é pronome relativo e não conjunção.
C) Errada. Toda palavra em uso tem classificação morfológica, e “que” é classificado aqui.
D) Errada. Inverte: na verdade, ambas são pronomes relativos, como já explicado.
Dica para prova:
Muitos candidatos confundem o “que” como conjunção quando ele liga orações, mas atenção: se houver um antecedente substantivo explícito ou implícito, trata-se de pronome relativo! Observe sempre o termo anterior.
Referências: Bechara, Evanildo — Moderna Gramática Portuguesa; Cunha & Cintra — Nova Gramática do Português Contemporâneo.
Conclusão: A alternativa E é a correta porque, nas duas passagens, “que” apresenta função morfossintática de pronome relativo, retomando e esclarecendo o termo generalizante "o".
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Comentários
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COMO ASSIM?
ChatGBT
Na frase que você forneceu, a palavra "que" aparece duas vezes, e em ambas as ocorrências, tem a mesma classificação morfológica:
- "O que um administrador faz é tomar decisões."
- "O que um gestor da pequena empresa faz é apurar as informações..."
Em ambas as frases, o "que" é classificado como um pronome relativo, porque:
- Substitui um termo anterior (implícito ou explícito) que seria o antecedente ("o que" aqui substitui "a coisa que").
- Relaciona duas orações, ligando-as de forma que a segunda oração se refere ao termo substituído pelo "que".
Esse uso é comum para introduzir explicações ou especificar algo que já foi mencionado.
Gabarito, errado. O "que" para ser pronome relativo, a substituição por "o qual" tem que fazer sentido, e para ser uma conjunção teria de estar interligando duas orações.
Errei na primeira vez, quando refiz procurei a menos errada
- Não poderia ser conjunção explicativa, nem conjunção integrante porque não há adequação quando faz a substituição, então já elimina A, B e D
- Depois elimina letra C possui "que" possui função morfológica
ac
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