Um trecho de um canal, com projeto geométrico definido, mostra em planta que esse projeto está dentro dos limites de um mesmo
fuso, embora se desenvolva no sentido de oeste para leste, predominantemente. Há marcos implantados ao longo do seu
desenvolvimento, com coordenadas de primeira ordem, que serão utilizados para locação do eixo do canal e que foram também
implantados como base para a elaboração da planta topográfica utilizada para a elaboração do projeto. Os pares de marcos foram
implantados, utilizando-se a tecnologia GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite), distantes entre si, em média, de 250 m e
entre pares de, aproximadamente, 3,5 km. Uma equipe com estação total fará a locação de todas as singularidades ao longo do eixo
(PIs, curvas, estaqueamento, pontos de curva, pontos de tangência etc.), úteis para construção da infraestrutura. A equipe
materializará uma poligonal de apoio em cada trecho entre os pares de marcos a qual servirá de apoio para a locação das
singularidades da obra. Para garantir uma rápida aviventação de cada PI (ponto de interseção entre os alinhamentos), já locados, em
casos de destruição do PI, que pode ser frequente, a equipe decide fazer uma amarração, dupla para cada PI, amarração para a
esquerda do alinhamento, quando a deflexão for direita e amarração para a direita, quando a deflexão for para a esquerda. Os
alinhamentos das amarrações terão sempre ângulo de 90º com vértice no PI em consideração. Considere que o azimute de referência
será o que coincidirá com a bissetriz do ângulo central de cada curva e considere que a amarração 1 será sempre à esquerda, quando
a deflexão for positiva, e a amarração 2 à direita do alinhamento da bissetriz.
Dadas as afirmativas, para quando a deflexão for positiva,