Com o envelhecimento populacional, os casos de
demência têm aumentado no mundo todo. Uma das
medidas recomendadas nesse sentido é o exercício físico,
que não só reduz os riscos de desenvolver demência, como
também é um aliado no tratamento de pacientes já
diagnosticados.
“O exercício físico é uma explosão de coisas boas
para o organismo. O nosso corpo não foi feito para ficar
parado, ele foi feito para se movimentar. Musculatura é
independência, não só física. Mas é independência para o
idoso. Os idosos hoje têm mais medo de ficar dependentes
do que de morrer, por exemplo. Dentro desse contexto, o
exercício é a chave da independência desses pacientes”,
afirma o dr. Charlys Barbosa, geriatra membro da Sociedade
Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
O exercício físico ajuda no controle da hipertensão,
do diabetes e do colesterol alto, que são fatores de risco não
apenas para doenças cardiovasculares, mas também para
doenças degenerativas, como o Alzheimer.
Se manter ativo é fundamental, mas o especialista
destaca que é preciso saber diferenciar ser ativo de praticar
exercício físico. “Ser ativo é você estar aqui no congresso e
optar pela escada ao invés do elevador. Ser ativo é você
resolver dar uma arrumação na casa e mudar as coisas de
lugar, fazer algum serviço doméstico. Ser ativo é ir andar no
shopping, olhando as lojas. É passear numa praça. Passear é
ser ativo. Agora, sair de casa para fazer uma caminhada de
30, 40, 50 minutos todos os dias, sentir o coração bater mais
forte, isso é exercício. Ir para academia, isso é exercício”.
Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
Considerando o reconhecimento de vogais e consoantes
de palavras do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
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