No campo da Terapia Ocupacional, a
Abordagem Centrada na Pessoa delineada por Carl
Rogers (1961) tem influenciado de maneira decisiva
práticas clínicas que valorizam a subjetividade, a
autenticidade relacional e a escuta empática como
dispositivos fundamentais de cuidado. Essa perspectiva
concebe o terapeuta como facilitador do crescimento
pessoal do sujeito, cuja autonomia e capacidade de
autorregulação são respeitadas como inerentes ao
processo terapêutico. À luz dessa concepção, qual
prática está em maior consonância com os
pressupostos rogerianos aplicados à atuação em saúde
mental com adultos?