[...] quero deixar claro que a norma-padrão não faz parte da língua, isto é, não é um modo de falar autêntico,
não é uma variedade do português brasileiro contemporâneo. Ela só aparece, e ainda assim nunca integralmente
obedecida, em textos escritos com alto monitoramento estilístico, nos quais, porém, já é bastante significativa
a presença das inovações linguísticas próprias da verdadeira língua dos brasileiros.
(BAGNO, M. Preconceito linguístico. 56. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. p. 13)
Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao conteúdo apresentados nesse fragmento de texto.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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