Sobre a coleta de escarro para Baciloscopia, visando ao diag...
Gabarito comentado
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Alternativa correta: C
Tema central da questão: A questão aborda o procedimento de coleta de escarro para Baciloscopia, um dos principais métodos diagnósticos da tuberculose pulmonar. Entender o passo a passo da coleta é fundamental para garantir um diagnóstico eficaz e iniciar o tratamento adequado, interrompendo a cadeia de transmissão da doença.
Resumo teórico: A baciloscopia de escarro é recomendada pelo Ministério da Saúde como exame de referência para triagem da tuberculose pulmonar. Para aumentar a chance de detectar o bacilo de Koch, são necessárias duas amostras de escarro:
- 1ª amostra: Coletada durante a primeira consulta ou visita domiciliar.
- 2ª amostra: Coletada na manhã seguinte, assim que o paciente acordar, independente do resultado anterior.
Essas orientações estão presentes no Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil (Ministério da Saúde).
Justificativa da alternativa correta (C): A alternativa C descreve fielmente o procedimento recomendado. A coleta de duas amostras, em momentos distintos, favorece a detecção do agente causador e agiliza o diagnóstico, mesmo que a primeira amostra tenha resultado negativo.
Análise das alternativas incorretas:
- A: Incorreta: A coleta de escarro deve ser feita em área aberta e ventilada, para evitar exposição de outras pessoas ao bacilo. Realizar em sala fechada é inadequado e representa risco de contaminação.
- B: Incorreta: Não é necessário internação para coletar o escarro ou iniciar o tratamento. O procedimento é realizado, em geral, em nível ambulatorial ou domiciliar.
- D: Incorreta: A coleta não é feita quinzenalmente durante o tratamento. Após o diagnóstico, o acompanhamento é feito por outros métodos, e a baciloscopia de controle segue outra periodicidade, conforme protocolos.
Estratégias para interpretação da questão:
- Observe termos como “sempre” ou “quinzenalmente”, que costumam indicar alternativas absolutas e, muitas vezes, erradas.
- Busque lembrar dos passos-padrão dos protocolos do Ministério da Saúde, pois esses são frequentemente cobrados.
- Desconfie de alternativas que mencionam procedimentos que colocam em risco outros pacientes ou que exigem internação sem necessidade clínica.
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