No trecho Já a falta de vacina contra o sarampo levaria à mo...
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Ano: 2026
Banca:
FUVEST
Órgão:
USP
Provas:
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Q4348264
Português
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Texto para a questão
Aprimoradas por 230 anos, as vacinas são hoje um pilar
da saúde global, e, sem elas, poderíamos estar em caos. É o
que os epidemiologistas Mathew Kiang e Nathan Lo, da
Universidade Stanford, nos Estados Unidos, alertam.
Preocupados com as ações antivacinas promovidas por
Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde americano, os
pesquisadores decidiram calcular os prejuízos de longa data
da falta de políticas de imunização em seu país. Em 25 anos,
a dupla estima que, se ninguém fosse vacinado contra a
poliomielite, doença viral que ataca o sistema nervoso de
forma irreversível, 23 mil crianças teriam paralisia. Além disso,
41 mil bebês desenvolveriam uma síndrome com problemas
auditivos, cardíacos e cerebrais caso as gestantes não
estivessem protegidas contra a rubéola. Outro desastre seria
a ausência da vacina contra a difteria. Sem as picadas, a
doença faria de 130 mil a 1 milhão de vítimas. Já a falta de
vacina contra o sarampo levaria à morte de 290 mil indivíduos
no mesmo período. Por lá, essa vacina ainda é recomendada,
mas enfrenta resistência na adesão. Em 2025, houve três
óbitos e 2,2 mil casos. E o patógeno segue à solta, um cenário
preocupante, pois os EUA serão um dos países sede da Copa
do Mundo de futebol.
Larissa Beani. Como seria um mundo sem vacinas?. Revista
Veja Saúde. 14/05/2025. Adaptado.
No trecho Já a falta de vacina contra o sarampo levaria à morte
de 290 mil indivíduos no mesmo período, o emprego da forma
verbal “levaria” indica que o dado apresentado corresponde a
uma