Iamamoto (2000) destaca um dilema percebido na profissão desde o Movimento de
Reconceituação, em que se produz uma análise da prática social esvaziada de historicidade. A autora
apresenta uma postura inspirada “em interpretações que naturalizam a vida social, apreendida à
margem da subjetividade humana, redundando em uma visão perversa da profissão concebida como
totalmente atrelada às malhas de um poder tido como monolítico, resultando disso a impotência e a
subjugação do profissional ao instituído”. A qual postura a autora refere-se?