No que concerne à apreciação das coisas, é espantoso que tud...
Preservam-se o sentido e a correção da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A decisão se apoia na preservação simultânea de três elementos do trecho "No que concerne à apreciação das coisas, é espantoso que tudo julgando pelas suas qualidades específicas não nos encaremos da mesma maneira.": a locução inicial com valor de delimitação temática, a reduzida de gerúndio com valor circunstancial e a forma pronominal no subjuntivo subordinada a "é espantoso que". Entre as opções, só a C recompõe esse conjunto sem quebra de regência, de modo verbal ou de equivalência sintática.
- Em reescrita, confira cada segmento separadamente: locução introdutória, forma verbal intermediária e verbo final subordinado.
- Se houver oração com "é ... que", verifique se a forma verbal reescrita mantém o modo exigido no contexto.
- Não aceite substituição apenas por parecer parecida no sentido; elimine a alternativa se houver erro de regência ou mudança no valor da estrutura verbal.
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Comentários
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GAB: C de Cristo vive e reina õ/
C) * regência adequada: “Quando se trata de...”
- paralelismo: “ao julgarmos tudo” combina com a estrutura original
- sentido lógico: “nos reconheçamos” preserva a ideia de “nos encaremos”
A)
- ❌ “Ao se falar sobre a” → regência errada (o correto seria “de”)
- ❌ “nos juguemos” → forma verbal inexistente (erro de conjugação)
B)
- ❌ “julguem a tudo” → regência errada (“julgar tudo”, sem preposição)
- ❌ “identificamo-nos” → muda o sentido (não é igual a “nos encarar”)
D)
- ❌ “Ao que tange na” → o correto é “ao que tange a”
- ❌ “julgar em tudo” → regência errada
- ❌ “admitimo-nos” → sentido diferente
E)
- ❌ “No respeito da” → construção inadequada (o correto seria “no que diz respeito a”)
- ❌ “tendo tudo julgado” → quebra o paralelismo da frase original
- ❌ “nos confrontemos” → altera o sentido
Essa questão foi muito simples, pois quando observamos a regra dos pronomes de próclise e ênclise, conseguimos eliminar 3 alternativas logo de cara (A, B e D). Para saber, a partir disso, qual era a questão verdadeira (C ou E), bastou apenas analisar a oração "tudo julgando". Ela está como oração adverbial temporal/causal, além de estar dando a entender que é um processo contínuo por conta do gerúndio "ndo" apresentado. Então precisávamos ver se encontrariamos nas alternativas restantes a oração que tinha a mesma regência e sentido
não tem um comentário de professor nessas questões de 2026, é luta
Eu acho que tá sublinhado errado. O "à" deveria estar sublinhado também.
A) Incorreta. "Ao se falar sobre a" é uma substituição possível, mas o erro está no segundo elemento. "Julgue-se tudo" altera a estrutura sintática da oração subordinada, que no original é uma forma nominal (gerúndio: "julgando"). Além disso, "nos juguemos" (do verbo jogar) é um erro de grafia ou de escolha lexical para o sentido de "julgar".
B) Incorreta. "Tendo em vista a" funciona para o primeiro segmento. Entretanto, "julguem a tudo" utiliza uma forma verbal que exige um sujeito plural não presente na estrutura original. Além disso, "identificamo-nos" altera o modo verbal (indicativo), enquanto o contexto exige o subjuntivo ou uma forma que mantenha a hipótese/reflexão da frase original.
C) CORRETA.
1. Quando se trata da: Substitui perfeitamente "No que concerne à" (locução prepositiva de valor equivalente).
2. ao julgarmos tudo: O infinitivo flexionado precedido de preposição ("ao") mantém o valor temporal/condicional do gerúndio original ("julgando") e preserva a clareza sobre o sujeito (nós).
3. nos reconheçamos: Substitui "nos encaremos" (do verbo encarar-se/ver-se) mantendo o modo subjuntivo, exigido pela estrutura "é espantoso que...".
D) Incorreta. "Ao que tange na" apresenta erro de regência; o correto seria "No que tange à" ou "Ao que tange a". "Por julgar em tudo" também altera a regência do verbo julgar, que é transitivo direto no texto.
E) Incorreta. "No respeito da" não é uma locução usual para substituir "No que concerne à". "Tendo tudo julgado" (particípio composto) altera o tempo verbal para o passado, enquanto o original indica uma ação concomitante. "Nos confrontemos" altera significativamente o sentido de "nos encararmos" (perceber-nos/ver-nos).
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