De acordo com Cegalla (1994, p. 100), “[...] a derivação imprópria consiste em mudar a classe de uma palavra,
estendendo-lhe a significação [...] que não deixa de ser um recurso de enriquecimento dos meios de expressão.”
Ao longo do texto, percebe-se o uso reiterado desse recurso conforme se verifica na alternativa