Para um paciente com epilepsia e problemas hepáticos, o uso...
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Tema central: O manejo de epilepsia em pacientes com disfunção hepática exige conhecimento farmacológico refinado, já que muitos antiepilépticos são metabolizados no fígado, havendo risco aumentado de toxicidade hepática.
Análise da alternativa correta (C):
A alternativa C é incorreta. Embora a lacosamida seja parcialmente excretada urinariamente, ela é significativamente metabolizada no fígado (cerca de 40%). Portanto, pacientes com insuficiência hepática exigem monitoramento e ajuste de dose.
Segundo a bula profissional do medicamento, "uma dose máxima de 300 mg/dia é recomendada para pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. A farmacocinética da lacosamida não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática grave" (Vimpat – Lacosamida, referência profissional). Assim, a omissão de tais precauções é um erro conceitual relevante e frequentemente cobrado em provas.
Análise das demais alternativas:
A) Correta. O ácido valproico é reconhecidamente hepatotóxico, especialmente em crianças e na presença de doenças hepáticas preexistentes. Diretrizes e bulas reforçam a necessidade de evitar ou monitorar rigorosamente função hepática durante o uso.
B) Correta. O fenobarbital é metabolizado no fígado e pode acumular-se em caso de disfunção hepática, aumentando o risco de intoxicação. Protocolos internacionais (ex: UpToDate) recomendam redução da dose nestes pacientes.
D) Incorreta a justificativa na alternativa, mas verdadeira no contexto da prova, pois levetiracetam tem eliminação renal predominante e é considerado opção segura em insuficiência hepática; não precisa de grande ajuste ou monitoramento hepático (UpToDate).
Pegadinha comum: Fique atento a afirmações que ignoram vias metabólicas e recomendações oficiais de ajuste de dose em doenças orgânicas!
Resumo final: Quando o enunciado pede a afirmativa incorreta sobre monitoramento de antiepilépticos na insuficiência hepática, a alternativa que subestima o risco da lacosamida deve ser escolhida.
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alternativa incorreta: C: a Lacosamida sendo de excreção renal e eliminada metabolizada, não necessita ser monitorada quanto a alterações hepáticas.
justificativa
A Lacosamida, apesar de ser eliminada principalmente pela excreção renal, ainda requer monitoramento em casos de insuficiência hepática. Isso porque uma parte do metabolismo da Lacosamida pode ocorrer no fígado, e a função hepática alterada pode impactar a eliminação e eficácia da medicação.
análise das demais alternativas
[A]: Correta. O ácido valproico deve ser evitado ou monitorado cuidadosamente em pacientes com problemas hepáticos devido ao seu potencial hepatotóxico.
[B]: Correta. O Fenobarbital apresenta alto índice de intoxicação e, portanto, a dose deve ser reduzida em casos de insuficiência hepática para evitar toxicidade.
[D]: Correta. O Levetiracetam é geralmente considerado seguro para uso em pacientes com insuficiência hepática, e, portanto, pode ser uma droga de escolha.
resumo
A Lacosamida, apesar de ser principalmente eliminada pelos rins, ainda requer monitoramento em pacientes com insuficiência hepática devido ao metabolismo parcial no fígado. Outras drogas antiepilépticas, como o ácido valproico e o fenobarbital, também necessitam de monitoramento cuidadoso em pacientes com problemas hepáticos devido aos seus potenciais efeitos adversos.
pontos chave
- Monitoramento de Lacosamida: Necessário em casos de insuficiência hepática.
- Ácido valproico: Requer cuidado em pacientes com problemas hepáticos.
- Fenobarbital: Dose deve ser reduzida em casos de insuficiência hepática.
- Levetiracetam: Geralmente seguro para uso em insuficiência hepática.
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