Acredita-se que a neurossífilis ocorra em cerca de 60%
dos recém-nascidos com sífilis congênita. Desta forma, o
diagnóstico do acometimento do sistema nervoso central é
peça fundamental para o diagnóstico e manejo correto da
sífilis congênita. De acordo com o Ministério da Saúde
(Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção
da transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatites virais,
2019), o padrão do liquor (celularidade, proteínas e VDRL)
sugestivo de neurossífilis em recém-nascidos a termo
deve ter os valores mínimos de leucócitos (céls/mm3), proteínas (mg/dL) e VDRL (reagente ou não reagente), respectivamente, de: