Políticas de salvaguarda de manifestações culturais imater...
Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
Internet: <https://www.gazetadealagoas.com.br>(com adaptações).