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Q3986579 Medicina
De acordo com a Diretriz Conjunta sobre Tromboembolismo Venoso (2022), a medição do D-dímero é amplamente utilizada na investigação de pacientes com suspeita de tromboembolismo venoso. O ensaio quantitativo do Ddímero, com base no método rápido de Elisa, apresenta, para o diagnóstico, 
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O enunciado pede o desempenho diagnóstico do D-dímero quantitativo por método rápido ELISA na suspeita de tromboembolismo venoso, e essa modalidade é reconhecida por alta sensibilidade e baixa especificidade; por isso, a alternativa correta é a D.

Tema central: D-dímero no TEV
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque atribui baixa sensibilidade ao exame. Isso contraria a característica central do D-dímero quantitativo por ELISA, cuja utilidade diagnóstica decorre justamente da alta sensibilidade. Se a sensibilidade fosse baixa, o teste não serviria para afastar TEV quando negativo.
B
Errada
Está errada porque afirma alta especificidade. O D-dímero se eleva em diversas condições não tromboembólicas, como processos inflamatórios e outras situações descritas na base, o que gera muitos falsos positivos e reduz a especificidade. Assim, teste positivo não confirma TEV.
C
Errada
Está errada porque, embora a baixa especificidade esteja correta, a baixa sensibilidade não está. Ensaios quantitativos por ELISA são reconhecidos por alta sensibilidade; dizer que ambos os parâmetros são baixos elimina a principal utilidade clínica do exame na exclusão diagnóstica.
D
Certa
A alternativa D está correta porque o D-dímero quantitativo por ELISA tem alta sensibilidade, o que sustenta seu uso para exclusão de tromboembolismo venoso quando o resultado é negativo em contexto clínico apropriado. Ao mesmo tempo, sua especificidade é baixa, já que o marcador pode estar elevado em múltiplas situações além de TEV. Portanto, um resultado positivo isolado não confirma o diagnóstico.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre exame útil para excluir doença e exame útil para confirmá-la: o D-dímero por ELISA é muito sensível, mas pouco específico. Também pesa o detalhe do método citado, porque o enunciado nomeia justamente a modalidade de alta sensibilidade.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão citar D-dímero quantitativo por ELISA na suspeita de TEV, pense em alta sensibilidade e baixa especificidade.
  • Resultado negativo, em contexto clínico apropriado, ajuda a excluir TEV; resultado positivo isolado não fecha diagnóstico.
  • Se o exame é frequentemente positivo por causas inespecíficas, o problema está na especificidade, não na sensibilidade.

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