De acordo com o texto, é correto afirmar que a autora

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Q834731 Português

Leia o texto “Sem meio-termo”, para responder à questão.


      “Rei Arthur – A lenda da espada” é daqueles filmes sem meio-termo. Ou gosta, ou não gosta. E há argumentos convincentes para qualquer lado da balança de opiniões.

      O diretor que assina essa espécie de versão pós-moderna do mítico personagem, Guy Ritchie, não mediu esforços para impressionar a plateia.

      Tudo na tela é hipérbole. A potente trilha sonora e a avalanche de efeitos especiais permeiam uma narrativa costurada num ritmo alucinante.

      A edição, marcada por idas e vindas e cortes rápidos, nos deixa sem respirar. Uma experiência vertiginosa, que hiperestimula os sentidos nos 126 minutos de projeção. Delírio para uns, martírio para outros.

      O cartão de visitas do longa traz uma batalha épica com direito a elefantes gigantescos, na linha de “Senhor dos Anéis” ou de algum episódio de “Game of Thrones”.

      Daí em diante, o roteiro segue religiosamente a fórmula da jornada do herói: de “zé-ninguém”, Arthur se transforma no lendário rei ao arrancar a espada Excalibur de uma pedra e superar incontáveis obstáculos.

(Marina Galeano. Guia Folha, 19 a 25 de maio de 2017. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que a autora

Alternativas

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Tema central da questão: A questão aborda interpretação de textos, exigindo do candidato a leitura atenta, a identificação de informações explícitas e a comparação detalhada entre as alternativas e o que realmente está expresso no texto.

Comentário da alternativa correta (B):

A alternativa correta é a B, pois está plenamente de acordo com informações literais do texto: a autora informa aos leitores sobre o ritmo acelerado (“ritmo alucinante”), além de destacar a presença de “potente trilha sonora” e “avalanche de efeitos especiais”. Esses elementos são apresentados de modo objetivo, sem juízo de valor absoluto, apenas caracterizando o filme.

Estratégia de interpretação aplicada: Ao ler enunciados e alternativas, busque sempre as palavras-chave que conectam a alternativa ao texto original. Palavras como “informar”, “mencionar”, “apontar” e “considerar” têm sentidos diferentes e afetam a escolha correta.

Alternativas incorretas:

A) Errada, pois o texto evidencia que o filme é “sem meio-termo”; portanto, NÃO agradará a todos. Cuidado com generalizações indevidas — característica comum em pegadinhas!

C) Errada, pois a autora faz sim comparações: cita “Senhor dos Anéis” e “Game of Thrones”, comprovando relação explícita com outras obras.

D) Incorreta, porque a autora descreve o ritmo como vertiginoso e intenso, jamais monótono. Atenção: uma simples palavra altera completamente o sentido.

E) Também errada, já que a autora diz que o roteiro segue “religiosamente a fórmula da jornada do herói”, ou seja, destaca a convencionalidade, não a inovação.

Referências de apoio: Para interpretação textual em concursos, é essencial considerar conceitos de coesão e coerência (Koch), além de leitura atenta para identificar palavras e expressões que conectem alternativa e texto. O Manual de Redação da Presidência recomenda fidelidade absoluta ao texto-base na resolução de questões interpretativas.

Dica: Em provas, cuidado com alternativas que apresentam generalizações (“sempre”, “nunca”, “todos”) ou trocam apenas uma palavra-chave.

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Antes de tudo a questão deveria alertar que o texto contêm "spoiler's".

Alternativa B

...Guy Ritchie, não mediu esforços para impressionar a plateia. Tudo na tela é hipérbole. A potente trilha sonora e a avalanche de efeitos especiais permeiam uma narrativa costurada num ritmo alucinante. A edição, marcada por idas e vindas e cortes rápidos, nos deixa sem respirar. Uma experiência vertiginosa, que hiperestimula os sentidos...

Trilha sonora impressionantes? 

 

 

Não faltam ao filme efeitos especiais e trilha sonora impressionantes.

 “Rei Arthur – A lenda da espada” é daqueles filmes sem meio-termo. Ou gosta, ou não gosta. E há argumentos convincentes para qualquer lado da balança de opiniões.
      O diretor que assina essa espécie de versão pós-moderna do mítico personagem, Guy Ritchie, não mediu esforços para impressionar a plateia.
      Tudo na tela é hipérbole. A potente trilha sonora e a avalanche de efeitos especiais permeiam uma narrativa costurada num ritmo alucinante.
      A edição, marcada por idas e vindas e cortes rápidos, nos deixa sem respirar. Uma experiência vertiginosa, que hiperestimula os sentidos nos 126 minutos de projeção. Delírio para uns, martírio para outros.
      O cartão de visitas do longa traz uma batalha épica com direito a elefantes gigantescos, na linha de “Senhor dos Anéis” ou de algum episódio de “Game of Thrones”.
      Daí em diante, o roteiro segue religiosamente a fórmula da jornada do herói: de “zé-ninguém”, Arthur se transforma no lendário rei ao arrancar a espada Excalibur de uma pedra e superar incontáveis obstáculos.

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