As cirurgias robóticas da cabeça e pescoço são mais comument...
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Tema central: A questão aborda a aplicação da cirurgia robótica em tumores de cabeça e pescoço, especialmente quanto à localização anatômica em que essa técnica é mais empregada. Entender o perfil ideal dos tumores tratados por cirurgia robótica é fundamental para garantir o melhor resultado funcional e oncológico no paciente.
Justificativa da alternativa correta (C – Malignos da amígdala):
A cirurgia robótica transoral (TORS) representa atualmente uma excelente opção para tumores da orofaringe, sobretudo nos tumores da amígdala palatina. Segundo a publicação Rede Câncer, edição 18, “a cirurgia robótica em cabeça e pescoço é indicada nos tumores iniciais e moderadamente avançados da orofaringe (loja amigdaliana e base de língua)”. Essa abordagem promove:
- Menor morbidade pós-operatória
- Melhor recuperação da função de fala e deglutição
- Redução do tempo de internação
Análise das alternativas incorretas:
A) Malignos avançados da faringe: Tumores avançados frequentemente necessitam de abordagem multimodal (cirurgia convencional ampla e/ou radioterapia), pois a cirurgia robótica é limitada por extensão tumoral local e acesso.
B) Malignos mais avançados da base da língua: Embora a TORS seja viável em tumores iniciais e localmente moderados da base de língua, lesões avançadas geralmente não são candidatas devido ao risco de margens comprometidas ou extensão submucosa.
D) Das fossas nasais: A anatomia e o acesso das fossas nasais não favorecem o uso da cirurgia robótica. Estas lesões costumam demandar abordagem endoscópica nasal convencional.
E) Da órbita: Tumores orbitários raramente são indicados para cirurgia robótica devido à localização profunda e próxima de estruturas críticas (nervo óptico, músculos extraoculares) onde o robô não traz benefício.
Estratégias de prova: Observe que o termo “malignos avançados” pode induzir erro, pois indica tumores mais extensos - para os quais a cirurgia robótica não é, em geral, a escolha. Fique atento a locais anatomicamente acessíveis pela via transoral robótica, normalmente orofaringe (amígdala, base de língua).
Resumo normativo: Como pontuado em Rede Câncer, Edição 18: “A cirurgia robótica em cabeça e pescoço é indicada nos tumores iniciais e moderadamente avançados da orofaringe (loja amigdaliana e base de língua)”.
Conclusão: A cirurgia robótica tem principal papel nos tumores malignos da amígdala, sendo a alternativa mais fiel à prática clínica contemporânea. Pratique a leitura crítica dos termos de extensão tumoral e localização!
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Há dois tipos de cirurgias robóticas mais empregadas: a transoral e a retroauricular. A cirurgia retroauricular foi desenvolvida na Coreia do Sul e nos Estados Unidos, e é empregada com sucesso em diversos países, principalmente na Ásia. A CIRURGIA TRANSORAL É BEM APLICADA PARA TUMORES SUPRAGLOTICOS, BASE DE LINGUA E AMIGDALAS. A E B ESTAO ERRADAS PORQUE NÃO TEM SENTIDO USO DE TECNICA MINIMAMENTE INVASIVA EM TUMORES AVANÇADOS
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