Em um modelo keynesiano simples para uma economia fechada, a...
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Alternativa correta: D - R$ 250.
Vamos compreender o tema central desta questão: o modelo keynesiano simples em uma economia fechada. Esse modelo é relevante pois trata da interação entre os gastos do governo, consumo e produto nacional, elementos fundamentais para a análise de políticas econômicas.
No modelo keynesiano simples, a propensão marginal a consumir (PMC) indica quanto do aumento na renda será gasto em consumo. Neste caso, a PMC é 0,8. A questão também menciona uma carga tributária, mas em um modelo simplificado como este, os cálculos diretos geralmente não incluem variações tributárias, a não ser para determinar a renda disponível. Aqui, nosso foco é o multiplicador keynesiano.
O multiplicador keynesiano é definido pela fórmula:
Multiplicador = 1 / (1 - PMC)
Substituindo a PMC de 0,8, temos:
Multiplicador = 1 / (1 - 0,8) = 1 / 0,2 = 5
Isso significa que cada unidade monetária gasta pelo governo se multiplica por 5 no produto total. Assim, um aumento nos gastos do governo de R$ 100 resultará em um aumento no produto de:
100 * 5 = R$ 500
Entretanto, é importante lembrar que a questão mencionava uma carga tributária de 25%. Para corrigir o efeito do multiplicador pelo impacto dos impostos, precisamos ajustar o multiplicador considerando os impostos. Isso leva a um multiplicador efetivo de 2,5, resultando em:
100 * 2,5 = R$ 250
A alternativa D é, portanto, a correta.
Análise das alternativas incorretas:
A - R$ 100: Este resultado ignora o efeito multiplicador do gasto do governo.
B - R$ 150: Este valor não reflete o multiplicador apropriado, mesmo sem considerar tributação corretamente.
C - R$ 200: Apesar de mais próximo, continua a não aplicar o multiplicador correto considerando os impostos.
E - R$ 300: Este resultado superestima o efeito do multiplicador keynesiano ao não ajustar os efeitos dos impostos adequadamente.
Caso reste alguma dúvida, recomendo a leitura de materiais como "Macroeconomia" de Olivier Blanchard, que fornece uma base sólida sobre os multiplicadores fiscais e o modelo keynesiano.
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Calculando o multiplicador dos gastos autônomos m = 1 / [ 1 - c ( 1 - t ) ] obtemos m = 2,5.
Isso significa que a cada parcela adicional nos gastos autônomos ( no MKS os gastos autônomos são os investimentos e gastos governamentais) teremos 2,5 o valor dessa parcela adicionado ao produto (ou a renda).
Portanto nesse caso, são R$100 adicionados aos gastos autônomos e consequentemente R$250 adicionados ao produto.
Alternativa D é o gabarito.
c=0,8
?G=100
kc=1/(1-c+ct)
kc=1/(1-0,8 + 0,8*0,25)
kc=1/(0,2 + 0,2)
kc=1/0,4
kc=2,5
?Y=kc*?G
?Y=2,5*100
?Y=250 => (d)
k = 1/ [1-c.(1-t)]
onde :
c = propensão marginal a consumir = 0,8
t = propensão marginal a tributar = 0,25
k = 1/[1-0,8.(1-0,25)]=2,5
O mutilicador da demanda agregada para o consumo e:
k = ?y/?C
0,25 = ?y/100
Portanto, ?y = 250 - Resposta D
>>> Fórmula:
Y = (C) + I + G + X - M
Y = (c0 + c1Y – c1t0 – c1t1Y) + (i0 + i1Y) + G + X – m0 – m1Y
Y (1 – c1 + c1t – i1 + m1) = c0 – c1t0 + i0 + G + X – m0
Y = {1 / (1 – c1 + c1t – i1 + m1)} (c0 – c1t0 + i0 + G + X – m0)
Multiplicador Keynesiano = m = {1 / (1 – c1 + c1t – i1 + m1)}
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
>>> Resolução:
Y = {1 / (1 – c1 + c1t – i1 + m1)} (c0 – c1t0 + i0 + G + X – m0)
Y = {1 / (1 – 0,8 + 0,8*0,25 – 0 + 0)} (0 – 0,8*0 + 0 + 100 + 0 – 0)
Y = {1 / (0,2 + 0,2)} (100)
Y = {1 / (0,4)} (100)
Y = {2,5} (100)
Y = 250
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