Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a...
Educação e Tecnologia: Qual o impacto da
tecnologia na educação moderna?
A relação entre educação e tecnologia tem se tornado cada vez mais intrínseca e transformadora, redefinindo os paradigmas do ensino e aprendizagem no cenário moderno. A integração da tecnologia na educação é um fenômeno que transcende o mero uso de novos dispositivos em sala de aula, influenciando metodologias, acessibilidade e a natureza da interação educacional.
A inserção de tecnologias digitais no ambiente educacional possibilitou a criação de um espaço de aprendizado mais dinâmico e interativo. Plataformas de aprendizagem online, softwares educacionais, realidade virtual e aumentada e recursos multimídia tornaram-se ferramentas que são fundamentais para o ensino. Essas tecnologias não apenas facilitam a apresentação de conteúdos de maneiras inovadoras, mas também promovem um ambiente de aprendizagem mais engajador e personalizado, atendendo às diversas necessidades e aos estilos de aprendizado dos estudantes.
O impacto da tecnologia na educação também se reflete na democratização do acesso ao conhecimento. Com a internet, recursos educacionais de qualidade tornaram-se acessíveis a um número maior de pessoas, independentemente de sua localização geográfica ou de seu contexto socioeconômico. Cursos online abertos e massivos (MOOCs), por exemplo, oferecem oportunidades de aprendizagem para uma ampla audiência global, permitindo que indivíduos em diferentes partes do mundo acessem educação de qualidade gratuitamente ou a custo reduzido.
Além disso, a tecnologia na educação tem um papel crucial no desenvolvimento de habilidades pertinentes ao século XXI. Competências digitais, pensamento crítico, solução de problemas, colaboração e criatividade são habilidades cada vez mais necessárias no mercado de trabalho moderno.
Contudo, o impacto da tecnologia na educação também apresenta desafios. Questões como a desigualdade no acesso às tecnologias, a necessidade de formação continuada de educadores para lidar com novas ferramentas e preocupações com a segurança e privacidade dos dados são pontos críticos a serem abordados.
Dessa forma, é essencial que se promova um uso equilibrado e crítico das tecnologias educacionais, garantindo que contribuam de forma efetiva para o desenvolvimento integral dos estudantes e para a equidade educacional. Assim, a integração entre educação e tecnologia continuará a ser um pilar fundamental na formação de indivíduos aptos a navegar e contribuir positivamente para o complexo cenário global.
Adaptado de:
https://www.unicep.edu.br/post/educa%C3%A7%C3%A3o-e-
tecnologia-qual-o-impacto-da-tecnologia-na-
educa%C3%A7%C3%A3o-moderna. Acesso em: 23 out. 2025
( ) A partícula “se” exerce função de pronome reflexivo nos dois trechos a seguir: “A relação entre educação e tecnologia tem se tornado cada vez mais intrínseca [...]” e “[...] recursos multimídia tornaram-se ferramentas [...]”.
( ) No trecho “Essas tecnologias não apenas facilitam a apresentação de conteúdos de maneiras inovadoras, mas também promovem um ambiente de aprendizagem mais engajador […]”, o termo em destaque poderia ser posposto ao verbo “facilitam” sem que houvesse prejuízo sintático e semântico ao excerto.
( ) As palavras “educacional” e “acessível”, por serem substantivos, flexionam-se no plural do mesmo modo: pelo acréscimo do afixo -is.
Comentários
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Gabarito letra A. Que prova horrorosa...
A ação praticada pelo sujeito reflete nele mesmo, ou seja, é voltada para ele próprio. Assim, mediante tal ocorrência, afirmamos que os pronomes assumem a condição de pronomes reflexivos.
Exemplos: Diante destas ações, tu te condenas cada vez mais.
A garota atirou-se nos braços do pai, quando o viu.
Banca terrível essa, mas Deus é maior. Venceremos!!!
Aprofundei um pouco pra entender por qual motivo a banca considerou verdadeira e encontrei algo novo (pra mim): A Teoria da Voz Média (ou Reflexiva Intransitiva).
Temos uma nova FGV?
Muitas bancas e gramáticos (como Celso Cunha) classificam o "se" nestes casos específicos como Parte Integrante do Verbo (PIV) ou Pronome de Natureza Reflexiva.
A lógica é que verbos que indicam mudança de estado (tornar-se, converter-se, transformar-se) possuem uma carga reflexiva intrínseca: o sujeito "se torna" algo; a ação não transita para um objeto externo, mas retorna ao próprio sujeito modificando sua condição.
Para muitas bancas de concurso, a estrutura "Não apenas [Verbo X], mas também [Verbo Y]" é uma fórmula fixa de paralelismo. Quando você move o "apenas" para depois do verbo, você tecnicamente desfaz o par correlativo exato. A frase deixa de ser uma comparação direta entre duas ações (Facilitar vs. Promover) e passa a ser uma negação de uma restrição sobre o objeto.
Embora no dia a dia o sentido pareça o mesmo, para o Instituto AOCP:
- Antes: A restrição recaía sobre a ação (facilitam).
- Depois: A restrição recai sobre o complemento (apresentação de conteúdos).
Como a banca entende que mudar o alvo da restrição (do verbo para o substantivo) altera o sentido original do autor, ela classifica como prejuízo semântico.
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