A colecistite aguda é a complicação mais comum da
colelitíase. Na verdade, ≥ 95% dos pacientes com
colecistite aguda têm colelitíase. Quando um cálculo
impacta no ducto cístico e causa obstrução persistente,
ocorre um processo inflamatório agudo. A estase biliar
provoca liberação de enzimas inflamatórias (p. ex., a
fosfolipase A, que converte lecitina em lisolecitina, que
pode mediar a inflamação). A mucosa danificada
secreta ainda mais líquidos para dentro da vesícula. A
distensão resultante leva à liberação de mais
mediadores inflamatórios (p. ex., prostaglandinas), o
que piora a lesão de mucosa e resulta em isquemia,
perpetuando a inflamação. Pode haver infecção
bacteriana. Esse círculo vicioso, se não quebrado,
poderá provocar necrose e perfuração da parede. Se a
inflamação aguda desaparecer e então continuar a
recorrer, a vesícula torna-se fibrótica e contraída e
passa a não mais concentrar ou eliminar a bile de forma
apropriada — características da colecistite crônica. Esta
patologia também pode ocorrer em associação com
uma das verminoses. Assinale a alternativa abaixo de
qual é essa verminose:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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