A lesão por pressão (LPP) é um dano na pele e/ou tecidos su...
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Ano: 2026
Banca:
Prefeitura de Schroeder - SC
Órgão:
Prefeitura de Schroeder - SC
Prova:
Prefeitura de Schroeder - SC - 2026 - Prefeitura de Schroeder - SC - Enfermeiro |
Q4388206
Enfermagem
A lesão por pressão (LPP) é um dano na pele
e/ou tecidos subjacentes, geralmente sobre uma
proeminência óssea ou relacionada ao uso de
dispositivo médico ou a outro artefato, em
resultado da pressão intensa e/ou prolongada em
combinação com o cisalhamento (SOBEST,
2017). Ocorrem quando uma pressão aplicada à
pele é superior à pressão capilar normal, levando
à oclusão do vaso com redução da irrigação
sanguínea, anóxia, formação do processo inflamatório e morte celular (Borges EL,
Fernandes FP. 2014). As LPP são um indicador
da qualidade dos cuidados e também um
problema de saúde pública que acarreta
sofrimento e diminuição da qualidade de vida das
pessoas e seus cuidadores. Há estudos que
relatam que as LPP são evitáveis, no entanto, as
elevadas taxas de incidência e prevalência,
mesmo em países desenvolvidos, mantem-se,
sugerindo uma lacuna entre o conhecimento
científico e a aplicação clínica do conhecimento.
São principalmente causadas pela carga
mecânica prolongada nos tecidos moles do
corpo, os efeitos na microcirculação, a sua
relação entre as forças externas aplicadas à pele
e a resistência desta. A fisiopatologia descreve
quatro mecanismos sobre os tecidos moles em
resposta à carga mecânica: isquemia localizada,
fluxo prejudicado do fluido intersticial e drenagem
linfática, lesão de reperfusão e deformação
celular persistente (Afonso C.; Azevedo GAM.,
Alves P, 2014). Isso posto, quanto à classificação
da lesão por pressão, associe a segunda coluna
de acordo com a primeira, que relaciona o
estágio com sua ocorrência:
Primeira coluna: estágio
(1) Estágio 1 - Pele íntegra.
(2) Estágio 2 - Perda da pele em sua espessura parcial.
(3) Estágio 3 - Perda da pele em sua espessura total.
(4) Estágio 4 - Perda da pele em sua espessura total e perda tissular.
(5) Não classificável ou não estadiável.
(6) Lesão por Pressão Tissular Profunda.
Segunda coluna: ocorrência
( ) Dano não pode ser confirmado porque está encoberto por tecido desvitalizado (amarelo, acastanhado, cinzento, verde ou castanho) ou necrótico (amarelo escuro, castanho ou preto) no leito da ferida. Escara estável (isto é, seca, aderente, sem eritema ou flutuação) em membro isquêmico ou no calcâneo não deve ser removida.
( ) Leito com exposição ou palpação direta da fáscia, músculo, tendão, ligamento, cartilagem ou osso, tornando possível a osteomielite. Tecido desvitalizado (úmido) ou necrose (seco), epíbole, deslocamentos e túneis podem estar presentes.
( ) Leito de coloração rosa ou vermelha, sem tecido desvitalizado. Úmido. Pode apresentar-se em bolha intacta (preenchida com exsudato seroso) ou rompida. A equimose é um indicador de suspeita de lesão nos tecidos profundos.
( ) Eritema não branqueável ao toque digital. Em pele de pigmentação escura, a sua cor pode ser diferente à área circundante. Pode ser mais dolorido, intumescimento/amolecimento, quente/frio que o tecido adjacente.
( ) Pele íntegra ou não, com área de descoloração vermelha escura, marrom ou púrpura que não embranquece ou separação epidérmica de leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento. A descoloração pode apresentar-se diferente em pessoas com pele de tonalidade mais escura.
( ) Tecido adiposo visível, granulação, epíbole (lesão com bordas enroladas). Pode haver tecido desvitalizado, descolamento, túneis.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Primeira coluna: estágio
(1) Estágio 1 - Pele íntegra.
(2) Estágio 2 - Perda da pele em sua espessura parcial.
(3) Estágio 3 - Perda da pele em sua espessura total.
(4) Estágio 4 - Perda da pele em sua espessura total e perda tissular.
(5) Não classificável ou não estadiável.
(6) Lesão por Pressão Tissular Profunda.
Segunda coluna: ocorrência
( ) Dano não pode ser confirmado porque está encoberto por tecido desvitalizado (amarelo, acastanhado, cinzento, verde ou castanho) ou necrótico (amarelo escuro, castanho ou preto) no leito da ferida. Escara estável (isto é, seca, aderente, sem eritema ou flutuação) em membro isquêmico ou no calcâneo não deve ser removida.
( ) Leito com exposição ou palpação direta da fáscia, músculo, tendão, ligamento, cartilagem ou osso, tornando possível a osteomielite. Tecido desvitalizado (úmido) ou necrose (seco), epíbole, deslocamentos e túneis podem estar presentes.
( ) Leito de coloração rosa ou vermelha, sem tecido desvitalizado. Úmido. Pode apresentar-se em bolha intacta (preenchida com exsudato seroso) ou rompida. A equimose é um indicador de suspeita de lesão nos tecidos profundos.
( ) Eritema não branqueável ao toque digital. Em pele de pigmentação escura, a sua cor pode ser diferente à área circundante. Pode ser mais dolorido, intumescimento/amolecimento, quente/frio que o tecido adjacente.
( ) Pele íntegra ou não, com área de descoloração vermelha escura, marrom ou púrpura que não embranquece ou separação epidérmica de leito escurecido ou bolha com exsudato sanguinolento. A descoloração pode apresentar-se diferente em pessoas com pele de tonalidade mais escura.
( ) Tecido adiposo visível, granulação, epíbole (lesão com bordas enroladas). Pode haver tecido desvitalizado, descolamento, túneis.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: