É consenso entre os infectologistas que o índice de
doenças sexualmente transmissíveis (DST) aumentou na população
jovem do Brasil. Essa última geração, que começou a vida sexual
depois de 2010, tem um modo diferente de encarar as DST.
A noção de que a AIDS se tornou uma doença crônica e tratável fez
com que a adesão à camisinha tenha diminuído muito nos últimos
anos. Em relação ao HIV, o número de novos casos anuais subiu
quase 140% entre 2007 e 2017 na população em geral: de 6.862 a
16.371, de acordo com o mais recente Boletim Epidemiológico de
HIV/AIDS lançado pelo Ministério da Saúde. Entre jovens de 15 a
19 anos de idade, do sexo masculino, o aumento chegou a 590%.
No mesmo período, o número de novos casos de sífilis aumentou
em 133% entre mulheres grávidas e o aumento de sífilis congênita
em bebês menores de um ano foi de 60%.
Internet: <http://www.bbc.com> (com adaptações).
Considerando as informações do texto apresentado e os temas a ele
relacionados, julgue o item a seguir.
Com o abandono do uso dos preservativos pela geração jovem,
tem aumentado a incidência, além da sífilis, de outras doenças
transmitidas por bactérias, tais como gonorreia, clamídia,
tricomoníase e candidíase.