A criptococose em pacientes HIV+ com imunossupressão profun...
(__)A introdução da TARV em pacientes com criptococose deve ser feita com cautela para evitar IRIS, que pode agravar os sintomas e complicar o manejo clínico.
(__)A vigilância da pressão intracraniana é dispensável no manejo da criptococose, pois as complicações neurológicas são raras e autolimitadas.
(__)O uso de anfotericina B lipossomal combinado com flucitosina é indicado para pacientes HIV+ com criptococose, mas não exige monitoramento renal ou hepático.
(__)A introdução escalonada da TARV, associada ao manejo criterioso de IRIS, reduz a mortalidade e melhora o controle da infecção em pacientes HIV+.
A sequência está correta em:
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Na criptococose associada ao HIV avançado, a diretriz da WHO orienta adiar o início da TARV após a terapia antifúngica ótima e manter vigilância ativa da pressão intracraniana, pois esses pontos definem o manejo e sustentam a sequência V-F-F-V.
- Se a questão de criptococose em HIV mencionar IRIS ou SNC, pense em TARV diferida/criteriosa, não em início imediato.
- Se aparecer pressão intracraniana na criptococose, o correto é vigilância ativa e manejo, porque hipertensão intracraniana é complicação central do caso.
- Esquema com anfotericina B, mesmo lipossomal, e flucitosina não dispensa monitorização laboratorial de toxicidade.
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