Existem linguagens de programação modernas, como Java, que o...

• O código-objeto é escrito e gravado em um arquivo com extensão .java. • Por meio do programa de compilação, o código-fonte é convertido para um código intermediário, que passa a ter a extensão .class. • O código intermediário é uma linguagem de máquina que pode ser interpretada pela Java Virtual Machine (JVM).
O código intermediário é conhecido por
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GAB B: bytecode
Mas o examinador pegou esta imagem [1] e deu uma desvirtuada. O arquivo .java não é um código-objeto, é um código-fonte. O código-objeto é a saída de um compilador
[1] http://javalearningonline.weebly.com/java-program-compile-and-execution-flow.html
Para permitir que um mesmo programa seja executado em vários sistemas operacionais, a plataforma java gera códigos genéricos *.class e os traduz para o código da máquina local, *.exe ou *.bin, somente no momento da execução. Nesse contexto, os códigos específicos para a máquina virtual Java, e não para a máquina local, sao bytecode
[GABARITO: LETRA B]
Trata-se da portabilidade, já que o Java, juntamente C# representam linguagens híbridas.
O código fonte em tais casos consiste em uma linguagem de alto nível, que poderá ter o seu arquivo compilado.
O arquivo .Java será compilado, gerando um arquivo com o mesmo nome do arquivo.java, mas com extensão .class.
Esse código intermediário consiste nos bytecodes.
Em cada plataforma específica ter-se-á um JRE no qual a aplicação Java será executada.
O JRE está acompanhado por uma JVM que saberá ler e interpretar os bytecodes.
A linguagem de máquina, neste caso, está orientada para JVM, e não para plataforma específica.
A JVM será responsável por ler, interpretar e executar o código intermediário.
Lembre-se de que o JDK é o Morfeu, o JRE é o New, que está sempre com a sua Trinity (JVM).
FONTE: GRAN CURSOS.
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