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Q2591325 Linguística
Texto 9


Tecnología para la enseñanza y el aprendizaje de lenguas extranjeras: revisión de la literatura


Tras la revisión presentada en este artículo caben tres certezas. En primer lugar: la inversión en innovación tecnológica es tan alta que el ritmo de su evolución desborda recurrentemente nuestra capacidad para mantenernos informados sobre los avances en tecnología. Sin embargo, por un lado, todo hace prever que surgirán líneas de desarrollo que generen interesantes oportunidades para el aprendizaje de lenguas y estos han de ser contemplados para su inclusión en nuestra práctica educativa; al mismo tiempo, por otro lado, existe un riesgo evidente de mercantilización de la Educación de la mano de la tecnología, que solo podremos solventar con información y pensamiento crítico.

En segundo lugar, la imagen de excelencia y de capacidad de transformación con la cual se diseña y comercializa la tecnología traslada a los centros y al profesorado (de cualquier especialidad, también al profesorado de lenguas) una importante presión social para que se utilice la tecnología en el aula, esté esta justificada o no. En cierto sentido, esto ha generado que, no usar algún tipo de tecnología en el aula sea impensable para un docente de lenguas del siglo veintiuno. Así pues, finalmente, necesitamos hoy más que nunca buen criterio ante la amplia, creciente oferta tecnológica en relación con la enseñanza y aprendizaje de lenguas. Si tenemos argumentos para pensar que la tecnología nos permitirá crear experiencias memorables que generen un aprendizaje valioso, el esfuerzo (es decir, la inversión social y personal que esto implica) tendrá sentido. Nuestra conclusión, por tanto, es: tecnología sí, pero con criterio pedagógico y fundamento científico.



TRUJILLO SÁEZ, Fernando; SALVADORES MERINO, Carlos; GABARRÓN PÉREZ, Ángel. Tecnología para la enseñanza y el aprendizaje de lenguas extranjeras: revisión de la literatura. RIED - Revista Iberoamericana de Educación a Distancia, Asociación Iberoamericana de Educación Superior a Distancia, v. 22, n. 1, 2019. Disponível em:<https://www.redalyc.org/journal/3314/331459398008/331459398008.pdf> . Acesso em: 26 mai. 2024. [Adaptado].
De uma perspectiva diacrônica e crítica, os autores analisaram a relação entre tecnologia, ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras. O texto acima é parte das conclusões dessa análise. Eles observaram que as práticas educativas terão que
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Gabarito comentado – Linguística: Análise Crítica do Uso de Tecnologias no Ensino de Línguas

Tema central: A questão aborda a relação entre tecnologia, ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras, ressaltando a importância de uma visão crítica diante dos avanços tecnológicos e seus impactos sobre a prática docente, especialmente quanto à mercantilização da educação.

Conceito-chave: Mercantilização da educação significa tratar a educação como mercadoria, priorizando interesses econômicos em detrimento do desenvolvimento do aluno e da fundamentação pedagógica. Com o aumento de investimentos em tecnologia, cresce o risco de adotar ferramentas apenas pelo apelo comercial, e não pela efetividade na aprendizagem linguística.

Justificativa da alternativa correta (A):
A alternativa A acerta ao afirmar que as práticas educativas terão que enfrentar o risco da mercantilização que envolve as tecnologias. O texto destaca que, embora as tecnologias possam ampliar oportunidades de ensino, existe perigo evidente de que a educação se torne um produto de mercado. Os autores defendem informação e pensamento crítico para evitar esse processo, alinhando-se perfeitamente ao que é pedido na alternativa.

Análise das alternativas incorretas:

B) “Revisar as três certezas” é insuficiente, pois a ação central apontada é enfrentar um risco concreto, e não apenas revisar ideias.
C) “Contemplar a exclusão das orientações imprecisas” deturpa o foco, que não é excluir orientações, mas sim adotar tecnologia com base em critérios pedagógicos fundamentados.
D) “Diminuir o investimento em tecnologia” não aparece no texto. O que se defende é a adoção crítica e justificada, não necessariamente menor ou restritiva.

Estratégia de resolução: Para questões assim, foque nas palavras-chave do texto (risco, mercantilização, pensamento crítico). Evite distrações por alternativas que generalizam ou sugerem soluções não explicitamente embasadas pelo trecho.

Resumo: O texto exige que o educador reconheça os benefícios das tecnologias, mas também os riscos comerciais, adotando postura crítica e fundamentada em critérios pedagógicos e científicos.

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