Com base nas normas e protocolos do Ministério da Saúde, uma...
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Gabarito comentado
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Alternativa correta: B – a rubéola.
Tema central: A questão aborda doenças infecciosas com indicação de isolamento do paciente durante o tratamento, segundo protocolos do Ministério da Saúde. Esse conhecimento é crucial para a prevenção da transmissão de doenças em ambientes de assistência à saúde, especialmente em situações de surto ou risco de contágio.
Resumo teórico: O isolamento é uma medida de precaução utilizada para evitar a disseminação de agentes infecciosos. O tipo de isolamento varia conforme a via de transmissão da doença (gotículas, contato, aerossóis, etc). A rubéola é uma doença viral transmitida por via respiratória, com risco elevado de surtos, especialmente em ambientes fechados, como hospitais e escolas.
Fonte: As diretrizes para isolamento em doenças infecciosas estão descritas no Manual de Vigilância Epidemiológica de Doenças Exantemáticas – Ministério da Saúde, além de materiais como a Portaria MS nº 2.616/1998.
Justificativa da alternativa correta:
B – Rubéola: O paciente com rubéola deve ser isolado durante o período de transmissibilidade (normalmente até 7 dias após o início do exantema), porque a doença é transmitida por gotículas respiratórias. O isolamento é necessário, principalmente de gestantes, pois a infecção na gravidez pode causar graves malformações fetais (síndrome da rubéola congênita).
Análise das alternativas incorretas:
- A – Dengue: Não há transmissão pessoa a pessoa. O isolamento não é indicado, pois a doença é transmitida apenas pelo mosquito Aedes aegypti.
- C – Tétano: Não é contagioso. O agente entra por ferimentos, não há necessidade de isolamento.
- D – Hepatite B: Transmissão ocorre por sangue e fluidos sexuais. Não há indicação de isolamento respiratório, apenas precauções de contato com sangue.
- E – Hanseníase: Após início do tratamento, a pessoa não transmite mais a doença, e o isolamento não é recomendado pelo Ministério da Saúde.
Estratégias para interpretar a questão:
Leia atentamente os termos “isolamento do paciente durante o tratamento”. Busque identificar qual doença exige essa conduta segundo protocolos oficiais. Fique atento a pegadinhas: doenças muito conhecidas, como dengue, podem confundir, mas foque nas vias de transmissão e nas normas do Ministério da Saúde.
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Comentários
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Dengue → não há transmissão pessoa a pessoa, mas sim por mosquito (Aedes aegypti). Não há indicação de isolamento.
Rubéola → transmissão respiratória; é doença de notificação compulsória e exige isolamento respiratório do paciente até 7 dias após o início do exantema. ISOLAMENTO indicado.
Tétano → não é transmissível de pessoa a pessoa. Não há isolamento.
Hepatite B → transmissão sanguínea, sexual e vertical (não exige isolamento hospitalar). Sem isolamento.
Hanseníase → transmitida por via aérea em contato íntimo e prolongado, mas o paciente deixa de transmitir após o início da poliquimioterapia. O MS não recomenda isolamento.
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