O mercado de tecnologia, ainda na atualidade, é majoritariam...
Na abertura do Tech Woman, MCTI reforça compromisso com inclusão de mulheres na tecnologia
No Recife, ministra Luciana Santos destacou as ações do MCTI voltadas ao empoderamento feminino
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou da abertura da terceira edição do Tech Woman, evento realizado no Recife Expo Center, na capital pernambucana. Voltado exclusivamente para mulheres que desejam ingressar ou avançar no mercado de tecnologia, o encontro consiste em um dia de palestras, mentorias e atividades de capacitação. A presença da ministra reforça o compromisso do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com a promoção da equidade de gênero e o enfrentamento das desigualdades históricas que ainda limitam a presença de mulheres nas áreas científicas e tecnológicas.
(Disponível em: https://www.gov.br/mcti/pt-br. Acesso em: julho de 2025.)
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Gabarito: Alternativa C
Tema central: políticas e ações para reduzir o déficit de mulheres em tecnologia e nas ciências exatas — foco em medidas educativas, formação continuada e incentivo à contratação qualificada.
Resumo teórico: soluções eficazes combinam iniciativas desde a educação básica (estímulo ao interesse por STEM), programas de capacitação e bolsas para formação continuada, e políticas que incentivem empresas a contratar e reter mulheres qualificadas. Essas medidas são coerentes com princípios constitucionais de igualdade (CF, art. 5º) e com o Marco Legal da Inovação (Lei nº 13.243/2016), além de recomendações internacionais (UNESCO/UN Women) sobre inclusão de gênero em ciência e tecnologia.
Por que a alternativa C está correta: cada item descreve ações sistêmicas e complementares: (1) inserção desde a educação básica — atua na raiz do problema; (2) bolsas e formação continuada — aumentam qualificação e carreira; (3) incentivo às empresas para contratação — promove efetiva presença feminina no mercado. Juntas, são medidas coerentes com políticas públicas de inclusão.
Análise das incorretas:
A — Propõe “substituição” de homens em cargos de liderança e “diferenciação salarial”: medidas discriminatórias ou inconstitucionais. Trocas forçadas e desigualdade salarial contrariam o princípio da isonomia.
B — Mistura de ideia válida (cursos básicos) com afirmações inadequadas: responsabilizar empresas sem propostas concretas e reduzir oferta de creches (prejudicial à participação feminina) tornam a alternativa inconsistente.
D — Criar vagas restritas só para mulheres e limitar a funções “auxiliares” é discriminatório e relega mulheres a papéis secundários; medida contraria o objetivo de qualificação e ascensão profissional.
Dica de prova: prefira alternativas que apresentem soluções estruturais, não paliativas ou discriminatórias. Desconfie de propostas que contrariam princípios constitucionais (igualdade) ou que acionem retrocessos (ex.: reduzir creches).
Fontes sugeridas: Constituição Federal (art. 5º), Lei nº 13.243/2016 (Marco Legal da Inovação), documentos da UNESCO/UN Women sobre mulheres em STEM e materiais do MCTI sobre inclusão.
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