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Q4328767 Arquitetura
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Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: Como o enunciado pede um diagnóstico da realidade dos grandes centros urbanos brasileiros, o indício decisivo é a ocupação irregular à margem de licenças, registros e alvarás municipais; entre as alternativas, esse quadro aponta para B.

Tema central: Informalidade e controle urbanístico
Análise das alternativas
A
Errada
O erro está em qualificar o mercado como inclusivo apenas por oferecer acesso informal à moradia. No diagnóstico cobrado, a expansão informal expressa exclusão das alternativas regulares de acesso à habitação; obter abrigo não demonstra inclusão na cidade formal.
B
Certa
B está correta porque os mecanismos formais de ordenamento territorial permitem ao poder público controlar o uso e a ocupação do solo; a ocupação produzida à margem desses mecanismos fragiliza esse controle. A expressão “perda do controle” deve ser entendida como comprometimento da gestão urbanística efetiva, e não como desaparecimento de toda capacidade de gestão pública ou como consequência universal e absoluta da informalidade.
C
Errada
A compacidade urbana não constitui, isoladamente, proteção contra a transmissão de doenças. A densidade bem planejada pode favorecer serviços e respostas emergenciais, mas esses benefícios não autorizam tratá-la como condição geral de combate ao risco de transmissão.
D
Errada
A manutenção dos pontos nodais do transporte coletivo não garante prevenção de aglomerações. A ocorrência de superlotação no transporte público mostra que manter essa estrutura é compatível com a concentração de usuários; portanto, o efeito afirmado não decorre da medida indicada.
Pegadinha da questão
Confundir acesso informal à moradia com inclusão habitacional e atribuir efeitos sanitários automáticos à forma urbana ou à manutenção da estrutura de transporte.
Dica para questões semelhantes
  • Ao relacionar informalidade e gestão do solo, verifique se a ocupação ocorre à margem dos mecanismos formais de ordenamento; isso indica fragilidade do controle, não ausência total de gestão.
  • Não trate a oferta de moradia informal como prova de inclusão na cidade formal.
  • Distinga densidade bem planejada de superlotação e não deduza proteção sanitária apenas da compacidade urbana.
  • Não conclua que manter pontos nodais do transporte evita aglomerações: a permanência da estrutura não garante esse resultado.

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