Considerando a atuação da terapia ocupacional no manejo da...

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Q3948173 Terapia Ocupacional
Considerando a atuação da terapia ocupacional no manejo da dor crônica e da fadiga, especialmente em contextos de adoecimento prolongado, qual abordagem está mais alinhada ao núcleo profissional da terapia ocupacional? 
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: O enunciado pedia a abordagem mais alinhada ao núcleo da terapia ocupacional no manejo de dor crônica e fadiga. A decisão dependia de distinguir intervenção centrada em participação ocupacional, com manejo da atividade, adaptação e conservação de energia, de condutas centradas em repouso, passividade, evitação global ou mera mensuração, o que torna B a única compatível com a base.

Tema central: manejo ocupacional da dor e fadiga
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque transforma a eliminação completa da dor em prioridade e propõe redução máxima das atividades como eixo central. Isso contraria o critério decisivo da questão, que é manter participação ocupacional com manejo e adaptação, e não adotar evitação ou restrição global de atividades.
B
Certa
A alternativa B está correta porque descreve o foco ocupacional próprio da terapia ocupacional em quadros de dor crônica e fadiga: sustentar desempenho e participação no cotidiano apesar dos sintomas. O critério técnico que a sustenta é o uso de manejo da atividade, adaptação ocupacional e conservação de energia para reduzir o impacto funcional da dor e da fadiga, mantendo o engajamento em ocupações significativas.
C
Errada
Está errada porque restringe a intervenção a técnicas passivas e repouso prolongado. O erro específico é excluir a intervenção ocupacional sobre desempenho, rotina e participação, além de adotar uma lógica de inatividade que não corresponde ao núcleo profissional indicado na base.
D
Errada
Está errada porque substitui ocupações significativas por atividades neutras como estratégia principal. Isso descaracteriza o objetivo terapêutico de sustentar o engajamento significativo por meio de adaptações proporcionais, trocando manutenção da participação por abandono da ocupação relevante.
E
Errada
Está errada porque limita a atuação à mensuração da dor. O confronto objetivo aqui é entre avaliar apenas escalas e intervir no cotidiano ocupacional; a base afirma que o núcleo da terapia ocupacional está na interface entre sintomas, rotina, desempenho e participação, não na mensuração sem foco interventivo.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi tratar manejo de dor crônica e fadiga como sinônimo de abolir sintomas com repouso, passividade ou evitação, quando o núcleo da terapia ocupacional é viabilizar participação ocupacional com estratégias de manejo e adaptação.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão perguntar pelo núcleo da terapia ocupacional, procure a alternativa que conecte sintomas ao cotidiano, ao desempenho e à participação ocupacional.
  • Em dor crônica e fadiga, diferencie estratégias de adaptação e manejo da atividade de propostas baseadas em repouso prolongado, passividade ou restrição global.
  • Desconfie de alternativas que substituem ocupações significativas por abandono ou evitação, em vez de preservá-las com adaptação.
  • Avaliação isolada não basta: se a alternativa fica só em mensuração, sem intervenção sobre rotina e ocupações, ela se afasta do foco ocupacional.

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