Uma terapeuta ocupacional atua com idosos residentes na co...

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Q3948164 Terapia Ocupacional
Uma terapeuta ocupacional atua com idosos residentes na comunidade, alguns com doenças crônicas e outros sem comprometimentos importantes. Observa-se restrição da participação social, redução de atividades significativas e risco de perda de autonomia funcional. De acordo com evidências atuais, qual estratégia é mais adequada para promover autonomia, funcionalidade e participação social nesse grupo?
Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: A chave comparativa era identificar a alternativa que combina intervenção domiciliar centrada em ocupações significativas, adaptação ambiental e metas compartilhadas, em vez de focar em treino exclusivo, padronização institucional ou avaliação como estratégia principal.

Tema central: Envelhecimento funcional comunitário
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque restringe a intervenção exclusivamente ao treino de atividades básicas de vida diária. Esse recorte é estreito para um caso em que também há restrição de participação social, redução de atividades significativas e necessidade de considerar o contexto ambiental.
B
Certa
A alternativa B está certa porque reúne os três componentes que sustentam a prática contemporânea de Terapia Ocupacional com idosos na comunidade: centralidade em ocupações significativas, adaptação ambiental e definição compartilhada de metas. Esse arranjo é o que melhor responde ao objetivo de promover autonomia, funcionalidade e participação social, já que o foco atual não é apenas na doença ou em tarefas isoladas, mas na capacidade funcional em interação com o ambiente e com as preferências da pessoa.
C
Errada
Está errada porque prioriza intervenções institucionais padronizadas e maior controle terapêutico, o que contraria a lógica do cuidado comunitário centrado na pessoa. O critério atual valoriza metas individualizadas e ocupações relevantes para o idoso, não padronização imposta pelo serviço.
D
Errada
Está errada porque reduz a atuação à prevenção de quedas e do declínio físico. Esses aspectos podem ser importantes, mas não bastam como eixo único quando a questão cobra também autonomia, funcionalidade ampla e participação social.
E
Errada
Está errada porque coloca as escalas de avaliação como estratégia predominante e deixa a intervenção em plano secundário. Pela base, avaliação é instrumento de apoio; ela não substitui o núcleo interventivo ocupacional voltado a ocupações, ambiente e metas do idoso.
Pegadinha da questão
A confusão explorada foi tomar um componente relevante, como ABVD, prevenção de quedas ou avaliação por escalas, como se ele sozinho representasse a estratégia mais adequada para promover autonomia e participação no idoso da comunidade.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão trouxer idoso na comunidade, autonomia e participação, procure alternativas centradas em ocupações significativas e não em treino exclusivo de tarefas isoladas.
  • Se houver menção a funcionalidade no envelhecimento, considere a interação entre pessoa e ambiente como critério decisivo.
  • Metas compartilhadas e preferências do idoso pesam mais do que protocolos padronizados quando o foco é cuidado comunitário centrado na pessoa.

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