Segundo Bontrager, Kenneth et al. (2019), posicionar um paci...
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Alternativa correta: C
1. Tema central da questão:
A questão aborda os principais pontos ósseos de referência para o correto posicionamento do paciente em radiografias abdominais. Esses pontos são essenciais para garantir imagens precisas, padronizadas e úteis para o diagnóstico médico.
2. Resumo teórico:
A radiografia abdominal exige a identificação de referências anatômicas facilmente palpáveis, independente do biotipo do paciente. Os sete pontos clássicos, segundo Bontrager (2019), incluem ossos ou proeminências facilmente localizáveis, que guiam o posicionamento correto e a centralização do feixe de raios X.
3. Fonte relevante:
Referência: Bontrager, K.L., & Lampignano, J.P. (2019). Manual de Posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada.
4. Justificativa da alternativa correta:
A alternativa C apresenta os sete pontos palpáveis corretamente:
- Processo Xifóide (T9-T10)
- Margem Costal Inferior
- Crista Ilíaca (L4-L5)
- Espinha Ilíaca Anterossuperior
- Trocânter maior
- Sínfise púbica
- Tuberosidade isquiática
Esses pontos orientam limites superior, lateral e inferior do abdome, fundamentais para radiografias bem posicionadas.
5. Análise das alternativas incorretas:
- Alternativa A: Cita pontos do tórax como o ângulo esternal e articulações costais, que não são usados no posicionamento abdominal.
- Alternativa B: Mistura referências do tórax (carina, proeminência laríngea) e traz informações incorretas para o abdome.
- Alternativa D: Foca em pontos do quadril e fêmur, relevantes para radiografias de pelve/membros, mas não para abdome.
6. Estratégias para interpretação:
Procure identificar se os pontos citados são realmente palpáveis e se pertencem à região anatômica cobrada (abdome). Atenção às alternativas que misturam referências de regiões diferentes ou trazem termos de áreas não abordadas na questão.
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Os sete pontos ósseos palpáveis classicamente utilizados para o posicionamento do abdômen, que definem os limites superior e inferior da região, são:
- Processo Xifóide (T9-T10): Determina o limite superior da região abdominal em uma KUB (exceto se for necessário incluir os hemidiafragmas).
- Margem Costal Inferior: Marca aproximadamente o nível de L2-L3, importante para determinar o limite superior do abdômen inferior.
- Crista Ilíaca (L4-L5): O ponto mais alto da crista ilíaca é o ponto de centralização mais comum para a radiografia AP de abdômen (KUB), pois está ao nível da vértebra L4-L5.
- Espinha Ilíaca Anterossuperior (EIAS): Ponto chave para posicionamento da pelve e quadril, e como guia lateral para o abdômen.
- Trocânter Maior: Importante para determinar o limite inferior, pois está aproximadamente ao nível da sínfise púbica em pacientes sem contraturas.
- Sínfise Púbica: Marca o limite inferior da cavidade pélvica e, frequentemente, o limite inferior de uma radiografia de abdômen completa (KUB).
- Tuberosidade Isquiática: Ajuda a determinar o limite inferior da pelve quando o paciente está em decúbito ventral (prono).
Gabarito: C
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