Mulher de 45 anos, com síndrome de Sjögren primária há quatro
anos, procura atendimento por fadiga diária há cerca de nove
meses, com dificuldade para manter suas atividades profissionais
e habituais. Refere xerostomia e xeroftalmia sem piora recente.
Nega febre, perda ponderal, artrite, aumento de glândulas
salivares ou outros sintomas novos. Hemograma e função
tireoidiana estão normais, e não há elementos clínicos ou
laboratoriais sugestivos de aumento da atividade sistêmica da
doença. Ao detalhar a história, relata sono pouco reparador, dor
musculoesquelética intermitente e redução progressiva da
atividade física.
Considerando a fadiga crônica na síndrome de Sjögren, assinale a
abordagem inicial mais adequada.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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