Mulher de 49 anos, com esclerose sistêmica há oito anos,
apresenta distensão abdominal recorrente, episódios de diarreia
e perda de 8 kg no último ano. O índice de massa corporal é de
17,4 kg/m². A investigação clínica demonstra dismotilidade
intestinal associada à doença, com evidências de má absorção. Os
exames laboratoriais mostram albumina discretamente reduzida
e concentração sérica diminuída de 25-hidroxivitamina D. A
paciente não utiliza glicocorticoides e não apresenta história
prévia de fratura.
Considerando de forma integrada as manifestações
gastrointestinais da esclerose sistêmica e seus possíveis efeitos
sobre a saúde óssea, assinale a conduta mais adequada.