O tipo celular que constitui o parênquima de um órgão é um d...

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Q4239313 Patologia
O tipo celular que constitui o parênquima de um órgão é um dos fatores que vai determinar o tipo de reparação tecidual após lesões. Em alguns órgãos, como o coração, a regeneração é improvável porque o tecido é constituído por células
Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: O critério decisivo é a classificação das células do parênquima pela capacidade proliferativa. No coração, os cardiomiócitos são células permanentes, terminalmente diferenciadas, com mínima ou nenhuma capacidade de proliferação; por isso, a regeneração é improvável e o reparo tende à cicatrização fibrosa, o que aponta para a alternativa B.

Tema central: Capacidade proliferativa celular
Análise das alternativas
A
Errada
Incorreta. Células lábeis têm proliferação contínua e alto potencial regenerativo, o que não explica a baixa regeneração do coração.
B
Certa
A alternativa B está correta porque o parênquima cardíaco é formado por cardiomiócitos, classificados em patologia geral como células permanentes. Essas células não têm capacidade proliferativa relevante em condições habituais, de modo que, após lesão, a regeneração miocárdica é improvável e predomina reparo por fibrose/cicatriz.
C
Errada
Incorreta. Células quiescentes correspondem, na classificação clássica, ao grupo estável: ficam em baixo turnover, mas podem voltar a proliferar após estímulo. Isso não descreve o miocárdio, cujo exemplo clássico é de células permanentes.
D
Errada
Incorreta. Células estáveis têm proliferação basal baixa, porém mantêm capacidade de proliferação diante de lesão ou estímulo. Portanto, não justificam a improbabilidade de regeneração no coração.
E
Errada
Incorreta. Metaplásicas não é categoria de classificação proliferativa do parênquima. Metaplasia é uma adaptação celular, não um tipo celular usado para definir potencial de regeneração tecidual.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre células quiescentes/estáveis e permanentes: baixo turnover não significa incapacidade proliferativa. No coração, a classificação correta é células permanentes.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão relacionar reparo tecidual com tipo celular, classifique o tecido em lábil, estável/quiescente ou permanente antes de olhar as alternativas.
  • Se o órgão citado for o coração, pense em cardiomiócitos como células permanentes e em reparo predominante por fibrose, não por regeneração.
  • Não confunda quiescência com incapacidade definitiva de proliferação; células estáveis/quiescentes podem voltar ao ciclo celular sob estímulo.
  • Separe adaptação celular de capacidade proliferativa: metaplasia não é classe de renovação celular.

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