A coarctação da aorta geralmente ocorre na aorta
torácica proximal quase um pouco além da artéria
subclávia esquerda e quase ao longo da abertura do
ducto arterioso. Coarctação quase nunca envolve a
aorta abdominal. Assim, no útero e antes de a
persistência do canal arterial se fechar, a maior parte do
débito cardíaco desvia a coarctação via persistência do
canal arterial. Pode acontecer isoladamente ou
associada a outras anomalias congênitas (p. ex., válvula
aórtica bicúspide, defeito do septo ventricular, estenose
aórtica, persistência do canal arterial, disfunções da
valva mitral, aneurisma intracerebral). Ocorre em cerca
de 6-8% dos doentes com cardiopatia congênita,
encontrando-se presente em 17% dos recém-nascidos
cuja causa de morte seja atribuível a cardiopatia
congénita. É mais frequente no sexo masculino (1,7/1) e
admite-se etiologia multifatorial com determinantes
genéticos, facto que é corroborado pela sua elevada
incidência na síndroma de Turner. Têm sido descritos
casos com transmissão autossômica dominante. Em
relação a coarctação da aorta, é correto afirmar:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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