Paciente de 35 anos, vítima de acidente automobilístico
com compressão abdominal pelo volante, é admitido no
pronto-socorro. Apresenta-se hemodinamicamente estável (PA: 110 × 70 mmHg), porém com dor epigástrica
importante e amilase igual a 480 U/L. A tomografia de
abdome com contraste evidencia laceração no corpo
pancreático (grau II da AAST), sem extravasamento de
contraste ou lesão do ducto pancreático principal, e líquido peripancreático discreto. Não há outras lesões associadas.