Em uma unidade de terapia intensiva, observa-se aumento na ...
Assinale a abordagem mais efetiva para minimizar essa ocorrência, considerando os protocolos vigentes de prevenção.
Gabarito comentado
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Alternativa correta: B
Tema central: O foco da questão é a prevenção de infecções relacionadas ao cateter venoso central (CVC) em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Este é um tema de extrema importância, pois tais infecções aumentam a morbimortalidade, o tempo de internação e os custos hospitalares. O conhecimento exigido envolve protocolos de inserção, manutenção e remoção de CVCs, conforme diretrizes nacionais e internacionais (CDC, Anvisa).
Resumo teórico: A prevenção das infecções relacionadas ao CVC requer:
- Técnica asséptica rigorosa: Uso de paramentação estéril completa (gorro, máscara, avental, luvas, campos estéreis) na inserção.
- Cuidados com a manutenção: Manipulação mínima, curativos adequados e antissepsia correta.
- Remoção do cateter: Deve ocorrer assim que não houver mais indicação clínica, minimizando o tempo de exposição.
Fontes: Guia de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (Anvisa, 2017); CDC Guidelines for the Prevention of Intravascular Catheter-Related Infections.
Justificativa da alternativa correta (B):
A alternativa B propõe técnica asséptica rigorosa, uso de barreira estéril máxima e remoção oportuna do cateter, exatamente como preconizam os protocolos atuais. Essas medidas são comprovadamente as mais eficazes para reduzir infecção por CVC.
Análise das alternativas incorretas:
- A: Embora a antissepsia com clorexidina seja recomendada, a substituição automática do curativo a cada 72h (independente da integridade) não é mais indicada. A troca deve ser conforme a condição do curativo, para evitar manipulação desnecessária.
- C: A punção femoral aumenta o risco de infecção e trombose. O uso de antibióticos profiláticos antes da inserção do CVC não é recomendado pelas diretrizes.
- D: A vigilância microbiológica rotineira dos cateteres não previne infecções, além de aumentar custos e riscos. A desinfecção com iodo-povidona no lúmen tampouco é prática recomendada.
Dica de interpretação: Busque termos que expressem protocolos reconhecidos (ex: barreira estéril máxima, remoção oportuna) e desconfie de práticas generalistas, invasivas ou ultrapassadas.
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