Uma criança de 8 anos de idade é trazida por sua mãe ao
Ambulatório de Pediatria com queixa de cefaleia periódica há 3
anos, com duração de até 24 horas/episódio e com média de 15
episódios ao ano. Até hoje, faz o tratamento em casa com
analgésicos e nunca procurou atendimento médico. Como as
crises continuam, acarretando alterações no comportamento e
ausências escolares, a mãe resolveu trazer seu filho ao médico.
A dor apresenta as seguintes características semiológicas: é
localizada, às vezes unilateral, pulsátil, algumas vezes intensa e
se agrava com atividade física rotineira. Normalmente, as crises
vêm acompanhadas de fono e fotofobia. A mãe refere que o
humor de seu filho muda completamente durante os períodos
álgicos. Durante a crise, não há sintomas sensoriais, visuais e
nem disfasia. Há antecedentes familiares de cefaleia.
Diante do relato clínico, conclui-se que o escolar apresenta
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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