Durante a intervenção coronária percutânea, a ocorrência de ...
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Ano: 2026
Banca:
FUNDATEC
Órgão:
GHC-RS
Prova:
FUNDATEC - 2026 - GHC-RS - Médico (Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista) |
Q3956951
Medicina
Durante a intervenção coronária percutânea, a ocorrência de complicações mecânicas
ou vasculares exige reconhecimento imediato e manejo apropriado, sendo determinante para a
redução de mortalidade e de eventos adversos graves no laboratório de hemodinâmica. Com base nas
estratégias contemporâneas de diagnóstico e tratamento das principais complicações da angioplastia
coronária, analise as assertivas a seguir:
I. Na presença de dissecção coronariana extensa com oclusão de vaso de grande importância (tipo F) e impossibilidade de cruzamento com fio-guia 0,014", mesmo após técnicas avançadas de recanalização, está indicado encaminhamento imediato para cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.
II. A dissecção iatrogênica de aorta ascendente (Dunning tipo III) após manipulação da coronária direita pode ser manejada de forma percutânea com implante de stent no óstio coronário, mesmo na presença de tamponamento cardíaco ou insuficiência aórtica grave.
III. Perfurações coronarianas em vasos de grande calibre podem ser tratadas com reversão parcial da anticoagulação, insuflação prolongada de balão a baixa pressão e, quando necessário, implante de stent revestido.
IV. Perfurações de ramos distais de pequeno calibre podem ser manejadas com reversão parcial da anticoagulação, insuflação prolongada de balão e técnicas de embolização, como uso de gordura subcutânea ou micromolas.
Quais estão corretas?
I. Na presença de dissecção coronariana extensa com oclusão de vaso de grande importância (tipo F) e impossibilidade de cruzamento com fio-guia 0,014", mesmo após técnicas avançadas de recanalização, está indicado encaminhamento imediato para cirurgia de revascularização miocárdica de urgência.
II. A dissecção iatrogênica de aorta ascendente (Dunning tipo III) após manipulação da coronária direita pode ser manejada de forma percutânea com implante de stent no óstio coronário, mesmo na presença de tamponamento cardíaco ou insuficiência aórtica grave.
III. Perfurações coronarianas em vasos de grande calibre podem ser tratadas com reversão parcial da anticoagulação, insuflação prolongada de balão a baixa pressão e, quando necessário, implante de stent revestido.
IV. Perfurações de ramos distais de pequeno calibre podem ser manejadas com reversão parcial da anticoagulação, insuflação prolongada de balão e técnicas de embolização, como uso de gordura subcutânea ou micromolas.
Quais estão corretas?